A reconstrução da nossa Unioeste

A chuva e os ventos fortes causaram estragos nos telhados de todos os blocos da instituição. Foto: Divulgação

Prof. José Afonso de Oliveira – OPINIÃO

A Unioeste em Foz do Iguaçu é sucessora da Facisa, a primeira escola superior instalada na cidade, no final da década de 1970.

De lá para cá tem formado muitos jovens que hoje estão operando, na cidade e fora dela, em vários e diferentes setores, como nas áreas de engenharia ligadas à Itaipu Binacional, Prefeitura de Foz do Iguaçu e muitas outras instituições e empresas.

Neste período em que convivemos com a pandemia da covid, os nossos hospitais e toda a rede de atendimento, pública e privada, podem contar com o trabalho profissional de excelência das enfermeiras e enfermeiros formados na Unioeste.

O prédio da universidade foi bastante danificado, por conta de um temporal ocorrido em um final de semana que destelhou grande parte das suas instalações. A reconstrução não pode ser demorada em razão da necessidade do retorno das aulas presenciais e da guarda de documentos e aparelhos utilizados para pesquisas e outras atividades universitárias.

Por conta de tudo isso, a sociedade deve, primeiramente, pressionar os órgãos estaduais encarregados do ensino universitário para que tudo possa ser encaminhado rapidamente, de sorte a não aumentarem os prejuízos já existentes.

De outra forma, a prefeitura, a ACIFI e, de uma maneira muito especial, a Itaipu podem também contribuir para o encontro de soluções rápidas, até mesmo para retribuir tudo aquilo que a universidade já fez para essas e outras instituições importantes da cidade.

Agora, mais do que nunca, está na hora de a sociedade como um todo, por meio de suas instituições, efetivamente contribuir de forma decisiva e muito rápida na reconstrução do prédio da Unioeste, pois essa universidade está entre os primórdios do ensino superior na cidade e tem ainda grande penetração, formando os nossos jovens em vários e diferentes setores técnico-científicos de alta competência.

Ela é um marco de todo o nosso desenvolvimento do conhecimento, fator esse essencial, nos dias da globalização que estamos vivendo, para a organização e o aprimoramento da sociedade. Sem conhecimento, que é a base das grandes sociedades do Ocidente, fica muito difícil a superação do atraso que vivemos.

* José Afonso de Oliveira é professor e sociólogo em Foz do Iguaçu.
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