Dia do Médico

Prof. José Afonso de Oliveira  | OPINIÃO

Nascemos com um médico atendendo-nos e morremos com um médico prestando os seus serviços. Por conta disso, essa é uma profissão das mais antigas da humanidade e da qual todos, sem exceção, necessitamos. 

Mas o médico é aquele profissional que consegue atender pessoas em estado de sofrimento e prescreve tratamentos que são capazes de curar os males de que os pacientes sofrem. Não é nenhum curandeiro, mágico ou qualquer assemelhado, mas sim um profissional com grande conhecimento adquirido em anos de estudos árduos e com experiência, o que lhe confere grande competência profissional.

Mas a vida de um médico é muito difícil, o seu dia a dia é bem agitado, estressante, dada toda a atenção que ele dedica aos seus pacientes e toda a responsabilidade enorme inerente ao próprio exercício da medicina.

É, sem sombra de dúvida, uma das grandes, senão a maior profissão para qualquer ser humano, pois tem a capacidade e o conhecimento para poder curar as pessoas. Desde tempos imemoriais, a medicina sempre foi praticada para o bem de todas as pessoas; é o que está posto no Juramento de Hipócrates, que todo médico, no dia de sua formatura, pronuncia.

Mas o médico é uma pessoa que detém um determinado status social de extrema importância e grande significado. De acordo com essa sua situação, o profissional tem muita influência na sociedade, podendo e devendo ajudar na construção de uma sociedade mais justa para todos, indistintamente.

Agora, o ser médico exige que esse profissional goste muito de pessoas, pois vai conviver diariamente com elas em estado de sofrimento. Nesse sentido, a relação social médico/paciente é fundamental para o melhor atendimento que possa ser prestado. Note que o termo é paciente, ou seja, aquela pessoa que – acometida de algum mal-estar – sofre e precisa, urgentemente, de ser bem atendida – e isso, muitas vezes, requer uma grande dose de paciência, já que geralmente as reações ao tratamento e às prescrições médicas são demoradas.

Que neste dia dedicado aos médicos eles sejam muito felizes, plenamente realizados. Esse é o desejo de todos os seus pacientes que se sentem muito bem atendidos.

* José Afonso de Oliveira é professor e sociólogo em Foz do Iguaçu.
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Alexandre Palmar

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