A fiscalização flagrou muita gente circulando sem justificativa. Foto AMN

Barreiras sanitárias impediram cerca de 50 paraguaios de entrar em Foz do Iguaçu

Como não apresentarem teste RT-PCR negativo, de acordo com o previsto no decreto municipal de Foz, cerca de 50 motoristas foram escoltados até a Ponte da Amizade, para regressar a seu país, no final de semana.

Entre sexta-feira (12) e domingo (14), as equipes de fiscalização da Prefeitura e dos outros órgãos envolvidos aplicaram 134 multas a estabelecimentos, pessoas físicas e condutores de veículos que descumpriram as medidas dos decretos em vigor para evitar a transmissão do coronavírus. Ao todo, 345 vistorias foram feitas nos três dias.

O maior número de infrações foi registrado durante a vigência do toque de recolher no município, que iniciou às 18h de sábado (13) e se estendeu até às 5h desta segunda-feira (15), suspendendo todas as atividades religiosas e comerciais, incluindo mercados e supermercados. Foram aplicadas seis multas por aglomerações em residências e estabelecimentos.

Somente no domingo (14), mais de 100 motoristas que circulavam pela cidade sem motivo justificado foram multados nas blitzes.

As autuações foram feitas em uma Ação Integrada de Fiscalização Urbana (Aifu), com a participação da Secretaria da Fazenda, Secretaria de Segurança Pública, Guarda Municipal, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária e Juizado de Menores.

BARREIRA SANITÁRIA

A partir desta quarta-feira, 16, haverá novamente toque de recolher em Foz. Foto AMN

A Guarda Municipal, em conjunto com o Foztrans, também montou barreiras sanitárias próximas à Ponte da Amizade, com o objetivo de exigir dos motoristas de veículos com placa estrangeira o teste RT-PCR negativo. Cerca de 50 condutores não apresentaram e foram escoltados de volta ao Paraguai.

As barreiras foram montadas na Rua Santo Rafagnin com Avenida Beira Rio; Rua Santo Rafagnin com Avenida Juscelino Kubistchek, próximo ao viaduto; e na região da Vila Portes.

“Escolhemos pontos estratégicos onde haveria não só um alto fluxo de veículos com placa estrangeira, mas também de condutores brasileiros que estavam circulando no período de proibição e vigência do toque de recolher”, conta José Augusto Vicenzi, diretor da Guarda Municipal. As barreiras e as blitzes continuarão sendo feitas para garantir o cumprimento das medidas restritivas.

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