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Por: H2FOZ | Paulo Bogler

CCZ retoma fumacê com aplicações no Jardim São Paulo, Campos do Iguaçu e Porto Meira 

CCZ retoma fumacê com aplicações no Jardim São Paulo, Campos do Iguaçu e Porto Meira 
Ação contra a dengue ocorre primeiro em bairros de maior risco. (Foto: Reprodução)

H2FOZ - Paulo Bogler 

Moradores da região do Jardim São Paulo conferiram, na manhã desta terça-feira, 6, a volta do serviço de fumacê contra o mosquito transmissor da dengue. O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) retomou a aplicação do inseticida como estratégia a fim de evitar nova epidemia da doença em Foz do Iguaçu. 

De acordo com a Agência Municipal de Notícias (AMN), nesta primeira fase da ação, foram escolhidos bairros considerados de maior risco. Nessas localidades, concentram-se casos de dengue e infestação do mosquito, conforme aferição por meio do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), realizado pelo CCZ. 

“O uso do fumacê é uma medida complementar às demais ações já realizadas pelo município”, informou a AMN. O município requereu 450 litros de inseticida para esta primeira etapa do fumacê. O produto é fornecido pelo Governo do Estado. 

O primeiro ciclo de aplicações abrange:

- Jardim São Paulo;

- Campos do Iguaçu; e

- Ouro Verde, Profilurb e Jardim das Flores. 

“Inicialmente serão três ciclos de aplicação, e após o término dessa programação será realizada uma avaliação, para verificar a necessidade de estender os ciclos”, relatou a prefeitura. A estratégia é atender a 12 áreas na cidade. O fumacê é aplicado de segunda a sexta-feira, das 5h às 11h e das 16h às 22h.

Risco de nova epidemia 

Serviços municipais de saúde advertem para risco de nova epidemia da doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. O ano epidemiológico que terminou no último mês de julho totalizou mais de 25 mil pessoas contaminadas, o número mais elevado já verificado na cidade. 

Realizada pelo CCZ, em setembro, a última edição do LIRAa confirmou alta no índice de infestação da forma adulta do mosquito transmissor da dengue, o que reforça risco de nova epidemia da doença em Foz do Iguaçu.

As notificações de dengue, no ano epidemiológico iniciado no último mês de agosto, também estão acima da média de anos anteriores, conforme a epidemiologia municipal.