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Por: Assessoria

Coronavírus não para o comércio exterior. E nem a vigilância aduaneira, em Foz

Coronavírus não para o comércio exterior. E nem a vigilância aduaneira, em Foz
Sempre a postos, porque a fronteira não está fechada para o tráfego de cargas. (Foto: RF)

Neste momento em que se combate o novo coronavírus mundo afora, a Receita Federal está atuando com firmeza, em Foz do Iguaçu, para manter o fluxo do comércio exterior e, assim, manter o abastecimento dos produtos importados e exportados, além de contribuir para a manutenção da saúde financeira das empresas que atuam no comércio exterior e de seus empregados.

Na vigilância aduaneira, além da responsabilidade de fiscalizar a passagem de veículos, cargas e bagagens, a Receita Federal tem atuado, em conjunto com profissionais de saúde e forças de segurança, para controlar a passagem de pessoas nos pontos de fronteira.

As pessoas que passam pela Aduana têm a temperatura medida. Febre é uma das características do novo coronavírus. Fotos RF

O trabalho na tríplice fronteira é fundamental, porque é uma das mais importantes ligações entre o Brasil, o Mercosul e os portos que nos ligam ao Oceano Pacífico.

Com a Força Nacional, todos prevenidos contra coronavírus. Foto RF

Na área do comércio exterior, a Alfândega de Foz do Iguaçu é responsável pela operação do maior porto seco do Brasil, por onde circulam mais de 160 mil veículos por ano (750 caminhões por dia).

Os principais produtos importados são peixes, frutas, alho, azeitonas, farinha de trigo, carne suína e feijão, dentre outros, essenciais para a manutenção do abastecimento da população brasileira. Na exportação destacam-se os maquinários agrícolas, adubos, automóveis, peças, aço e madeira.
 
Em relação à vigilância aduaneira, a Alfândega cuida dos principais acessos aos países vizinhos, Paraguai e Argentina.

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