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Por: Cláudio Dalla Benetta

Foz fecha março com ligeira queda no nível de empregos

Foz fecha março com ligeira queda no nível de empregos
["A constru\u00e7\u00e3o civil foi uma das exce\u00e7\u00f5es, com saldo positivo."] (Foto: Pixabay)

H2FOZ - Cláudio Dalla Benetta

Foz do Iguaçu fechou o mês de março com uma ligeira queda na geração de empregos, de 0,28%. Foram 2.304 admissões e 2.476 demissões, isto é, perda de 166 vagas. 

É o primeiro resultado negativo em 12 meses, segundo dados divulgados nesta quarta (24) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), vinculado ao Ministério do Trabalho.

Em números absolutos, houve mais demissões no setor de serviços (158 vagas perdidas), seguido do comércio (menos 48) e da indústria da transformação (menos 26 vagas). 

O resultado só foi positivo na construção civil, com saldo de 59 vagas, e nos serviços industriais de utilidade pública, onde houve a criação de 26 vagas.

O saldo no trimestre, no entanto, continua positivo, com geração de 8.415 vagas e 7.927 desligamentos, aumento de 0,88%. As 512 vagas geradas se devem principalmente ao setor de serviços (365) e à construção civil (225).

O acumulado em 12 meses é ainda mais favorável. Foz gerou 26.614 empregos, com 19.176 demissões. Isto é, saldo positivo de 2.561 vagas ou 4,55% de crescimento no nível de empregos com carteira assinada. 

Tendência

Em março, Foz do Iguaçu seguiu a tendência do Estado do Paraná, onde houve 99.248 admissões contra 100.459 desligamentos (-1.211 ou -0,05% vagas) e também do país todo, onde foram perdidos 43.196 empregos com carteira assinada.

Já considerando o trimestre inteiro, o Paraná gerou 27.114 novas vagas, com 326.850 postos de trabalho abertos ante o fechamento de 299.736. 

O número representa uma variação positiva de 1,04%, fechando o trimestre como o quinto Estado que mais contratou, atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

O saldo de 2019 é pouco superior ao mesmo período do ano passado, quando foram abertas 26.017 postos no período. O recorte dos últimos 12 meses também mostra o Estado como gerador de empregos, com a conta positiva em 39.687 (+1,53%).

Fontes: Caged e ANPr