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Por: Assessoria

Gasto com viagens de empregados de Itaipu, entre Curitiba e Foz, cai 61% no 2º trimestre

Gasto com viagens de empregados de Itaipu, entre Curitiba e Foz, cai 61% no 2º trimestre
Redução nos gastos vai aumentar gradualmente com a migração dos empregados de Curitiba para Foz, sede da usina. (Foto: Romeu Bruns e A. Marchetti (montagem))

O número de viagens de empregados da margem brasileira da Itaipu baixou 40% no segundo trimestre de 2019, em comparação ao mesmo período de 2018. Os deslocamentos caíram de 1.570, com custo de R$ 3.869.840,35, para 949 (custo de R$ 1.487.692,98).

A redução nos gastos foi de 61%, num total de R$ 2.382.147,37 de economia, recursos que serão realocados para outras áreas.

Para os próximos três meses, a redução esperada é de mais de 50%, baixando de 1.684 deslocamentos (realizados no mesmo período de 2018) para 838 do planejado de viagens de 2019. No ano passado, as viagens, no período, tiveram um custo de R$ 3.614.983,46. A expectativa é de uma diminuição de R$ 1,8 milhão nesse valor.

Gradativamente, a redução será ainda maior, quando for consolidado o processo de transferência do quadro de pessoal de Curitiba para Foz do Iguaçu, centro de comando da usina.  

A migração começou agora em julho e será concluída até o final de janeiro de 2020. Cerca de 120 pessoas, já excluindo os trabalhadores que entrarão na aposentadoria, vão trabalhar na cidade-sede da usina.

A transferência faz parte de um pacote de medidas adotadas pela gestão do diretor-geral brasileiro de Itaipu, Joaquim Silva e Luna, dentro de uma política de melhor emprego do dinheiro público.

O enxugamento do escritório de Curitiba, que passa a ser um escritório de representação, a exemplo do de Brasília, trará uma economia de R$ 7 milhões.

Mais que redução dos gastos com passagens e diárias, a decisão tem como foco melhorar a gestão com as pessoas, que vão trabalhar mais próximas umas das outras. Todos os diretores de Itaipu já estão morando em Foz do Iguaçu, a partir do exemplo do próprio general Silva e Luna.

As viagens

O diretor-geral brasileiro também determinou diretrizes para o planejamento e programação de viagens nacionais e internacionais para quem trabalha no lado brasileiro da usina.

Para viajar, é preciso justificar os motivos e trazer na bagagem um relatório do que foi feito no período. No pedido de viagem, é necessário esclarecer a razão pela qual as atividades não podem ser feitas por videoconferência ou outro recurso remoto de comunicação.