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Por: Assessoria

Macuco Safari prioriza a acessibilidade

Macuco Safari prioriza a acessibilidade
Passeio atende a todos os critérios estabelecidos no país pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (Foto: Divulgação )

Em outubro de 2016, em matéria publicada no Portal Brasil, com informações do Ministério do Turismo, o governo federal destacou cidades brasileiras com estruturas acessíveis para receber turistas com deficiência. Foz do Iguaçu apareceu em segundo lugar, atrás apenas de Salvador que, de acordo com a publicação, tem guias rebaixadas, rampas e elevadores que funcionam como atalhos para escadarias e ladeiras.

Embora nenhuma pesquisa recente tenha sido publicada, não seria um exagero afirmar que o destino Iguaçu, com o Macuco Safari, continua em destaque no ranking.  

O passeio, operado pela empresa Ilha do Sol, no Parque Nacional do Iguaçu, atende a todos os critérios estabelecidos no país pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), por meio da NBR 9050 para a acessibilidade, tanto em edificações como em equipamentos.

Acessível do início ao fim

A acessibilidade é um direito fundamental das pessoas com deficiência, permanente ou temporária. Foi pensando nisso que a direção do Macuco Safari colocou o investimento em equipamentos e treinamento de pessoal como uma de suas prioridades.

“A pessoa com deficiência não pode ser privada de ir aonde quer, de viajar, de fazer o passeio dos seus sonhos. No Macuco Safari buscamos facilitar ao máximo o acesso.  Estamos sempre atentos às novidades, pensando no que podemos desenvolver, implantar, para garantir a inclusão de todas as pessoas em nossos passeios”, salienta o diretor do grupo Macuco Safari, Ademir Fernandes dos Santos.

Além de rampas de acesso à recepção, no edifício ambiental, e ao jeep que faz o transporte na trilha, o Macuco Safari dispõe de um bonde em plataforma inclinada que conduz o visitante com todo conforto e segurança, ao local de embarque. No cais, há um elevador-plataforma de acessibilidade que permite o embarque do cadeirante nos barcos do Macuco Safari.  Os dois equipamentos que vieram garantir definitivamente o acesso ao passeio de barco foram implantados mais recentemente, em junho de 2017.

Essas tecnologias, aliadas ao acompanhamento de uma equipe qualificada que inclui uma enfermeira socorrista com especialização em acessibilidade no turismo, garantem ao visitante especial a possibilidade de viver a grande aventura proporcionada pela empresa.

Macuco Safari possui estrutura acessível para receber turistas - foto Divulgação

Visitantes comemoram a conquista

A youtuber Karina Ferrari, de Foz do Iguaçu, acreditava ser impossível conhecer o passeio Macuco Safari. Embarcar em um dos barcos, percorrer o rio Iguaçu subindo as corredeiras e sentir na pele as águas das Cataratas do Iguaçu que, bem antes do incidente que a levara à cadeira de rodas, pode ver, do alto, em uma visita ao Parque Nacional, nem em sonhos cogitaria.

Karina fez o passeio completo, com direito ao batismo das águas do Salto Três mosqueteiros. Segundo ela, a experiência, além de divertida, foi terapêutica. “Além de me divertir bastante superei alguns medos. A Adrenalina foi a mil e depois, veio a paz e a sensação de mais força”, relatou a youtuber.

Finalizando ela destacou o grande significado dessa acessibilidade no passeio para um cadeirante. “O contato com a natureza é muito importante e poder fazer esse passeio devolve ao cadeirante a sensação de liberdade, de pertencimento”, arrematou.

Daniel veio de São Paulo com a noiva, Beatriz, disposto a fazer todos os roteiros possíveis a um cadeirante. Muito bem assessorado pela equipe do Visit Iguasu seguiu um roteiro perfeito que incluía as Cataratas do Iguaçu e o Macuco Safari.

Apaixonado pelo destino Iguaçu, o paulistano foi só entusiasmo ao falar do Macuco Safari em vídeo disponibilizado no Youtube.   “Gostamos muito de tudo, mas a parte mais legal de todo passeio, foi o Macuco Safari”, declarou.
Surpreso pelo nível de acessibilidade no passeio ele continuou: “Muitos devem imaginar, por ter trilhas, barcos, que não vai ter acessibilidade. Mas estão enganados. É acessível desde a recepção até o barco e tem um socorrista que acompanha todo passeio. Um dia vou voltar para fazer o passeio molhado”, concluiu Daniel.