H2FOZ | Notícias | Foz do Iguaçu
  1. Home
  2. Notícias

Mudanças no clima econômico favorecem a Construção Civil

Mudanças no clima econômico favorecem a Construção Civil
["Quem se antecipa fazendo o curso de engenharia Civil agora vai se formar no momento da alta"]

Por assessoria

Mesmo com a recessão econômica dos últimos anos, a expansão da infraestrutura nacional segue firme e forte. O fato é que o Brasil continua a construir estradas, melhorar portos e aeroportos e, principalmente, a manter o avanço da construção civil em todas as regiões. Para suprir a necessidade de inserir Engenheiros Civis no mercado de trabalho, o Centro Universitário UDC e a UDC Medianeira ofertam o curso em suas unidades. 

Segundo estimativas do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), o Brasil tem um déficit de 20 mil engenheiros por ano. Já o Fundo Monetário Internacional (FMI) aumentou a projeção de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil para 2019, de 2,4% para 2,5%, o que consequentemente deve aumentar os investimentos. “Isto significa que a demanda por Engenheiros Civis volta a crescer e, quem se antecipa fazendo o curso agora vai se formar no momento da alta”, explica o Coordenador do Curso de Engenharia Civil do Centro Universitário UDC, Professor Doutor Everaldo Pletz.  

Portanto, vagas de trabalho há, o que faltam são profissionais capacitados. “Estamos trabalhando de forma muito dedicada para formar engenheiros que consigam se atualizar e se reciclar depois de formados. As mudanças tecnológicas, sociais, ambientais e econômicas estão se sucedendo de modo cada vez mais intenso, e com ciclos cada vez mais curtos, este cenário exige da UDC focar na formação de um profissional com a competência de se adaptar ao novo”, diz o Coordenador. 

Engenharia Civil UDC: Internacional e com muitos laboratórios 
 

A UDC investe forte em muitos Laboratórios para atender os futuros profissionais

Os conhecimentos são transmitidos em cargas teóricas pesadas e clássicas. Para fixar os conceitos vistos em sala de aula e desmistificar o conhecimento, a utilização dos laboratórios é imprescindível. “A palavra de ordem é valorizar e desenvolver a capacidade de se adaptar. É neste sentido que nosso projeto pedagógico, nossa equipe de professores e técnicos, nossas Instalações de laboratórios e biblioteca estão orientados”, explica o Professor Pletz.

Um dos focos dos cursos é a pesquisa científica, portanto, trabalhos experimentais realizados nos laboratórios permitem que estudantes e professores elaborarem pesquisas avançadas. Os objetivos das pesquisas são buscar a melhoria de produtos, técnicas e desenvolver melhoras nas condições de materiais da construção civil. “O Centro Universitário UDC e a UDC Medianeira tem alguns dos melhores laboratórios do estado, com excelentes estruturas que permitem aos acadêmicos a realização de diversos ensaios na área de Engenharia Civil, investimos forte em muitos laboratórios para atender os futuros profissionais”, conta o Pró-Reitor do Centro Universitário Engenheiro Civil, Profº. Doutor Fábio Prado. 

UDC visa formar engenheiros que consigam se atualizar e se reciclar

As principais parcerias internacionais dos Cursos de Engenharia Civil da UDC são com as universidades americanas Texas Tech University e University of Central Florida e a italiana Universidade Roma TRE. “Nossos Congressos trazem Doutores de renome mundial das instituições parceiras que contribuem com o que há de atual na Europa e nos Estados Unidos. Os estudantes da UDC têm contato contínuo com esse conhecimento diferenciado”, diz Prado.  

Além de dezenas de Professores estrangeiros, todos os anos a UDC recebe estudantes de intercâmbio dos Estados Unidos na área da Engenharia Civil. “Criar redes de relacionamentos ainda durante a graduação é um grande diferencial. Nossos alunos são privilegiados, o corpo docente da UDC tem muitos profissionais bem relacionados e com vivências importantes, dentro e fora do país, além das oportunidades que a Internacionalização constante da UDC oferece, portanto, muitas portas abertas”, conclui Pletz.

Segundo estimativas do Confea, o Brasil tem um déficit de 20 mil engenheiros por ano.