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Chipa atravessa a fronteira e cai no gosto dos iguaçuenses

Chipa atravessa a fronteira e cai no gosto dos iguaçuenses
Guilherme Izidoro: a comercialização de chipa é sua principal fonte de renda. (Foto: Abilene Rodrigues)

Sobre Rodas -  Abilene Rodrigues 

Quem nunca ficou com uma imensa vontade de comer pelo um dos biscoitos que as paraguaias e paraguaios equilibram dentro de cestas pelas ruas de Ciudad del Este, no Paraguai? Mas devido a lenda de que a chipa, feita à base de polvilho, queijo e erva-doce, é enrolada nas coxas das paraguaias, muitos deixam de provar a iguaria. Quem se arrisca, prova, aprova e quer mais. 

Há alguns meses, o biscoito atravessou a fronteira e caiu no gosto dos iguaçuenses e turistas. E agora, não são apenas carros com placas paraguaias que circulam pelas ruas e avenidas de Foz do Iguaçu. Em todo o semáforo do centro da cidade há pelo menos um vendedor de chipa. “Eu compro sempre que paro no semáforo é há alguém vendendo. Adoro tomar com café”, contou a confeiteira Ivone de Andrade. 

A jornalista Daniela Valiente também é fã de chipa. Ela já comprou duas vezes. “Uma estava bem boa, a outra nem tanto. Mas chipa é sempre gostosa”. Mona Sleiman foi outra que não resistiu à chipa. “Comprei e estava uma delícia. Bem quentinha”.

Clique aqui para ler a reportagem na íntegra publicada no site da Revista Sobre Rodas..