O Partido dos Trabalhadores (PT) no estado movimenta as suas principais peças no xadrez eleitoral de 2026. Entre os petistas, será a “batalha de outubro”, em que dois projetos completamente distintos serão colocados à prova do distinto eleitor.
Pedido de Lula
A pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Gleisi Hoffmann, disputará o Senado, posto que era previsto para o diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Enio Verri. Ele permanecerá no cargo. É o arranjo.
Gleisi foi às redes: “Em conversa com o presidente Lula, com Enio Verri e com Edinho Silva, presidente do PT, reafirmei o meu compromisso de fortalecer, no Paraná, o projeto liderado pelo presidente Lula”, escreveu. “Sou pré-candidata ao Senado Federal”, bateu o martelo.
Enio na Itaipu
O diretor da binacional também se posicionou, informando que não será candidato a senador nestas eleições. “Por orientação do presidente Lula, a ministra Gleisi Hoffmann será nossa representante. Deputada federal e ex-senadora, tem experiência de sobra para o desafio. Sigo à frente da Itaipu para concluir as tarefas que me foram colocadas pelo presidente”, expôs.
Enio complementou afirmando que sua missão será concluir a negociação em torno do Anexo C, as bases econômicas pactuadas entre Brasil e Paraguai relacionadas à usina.
Lula 4
A pauta nas cidades e no estado é fortalecer o projeto político nacional, garantindo palanque forte para a campanha de reeleição de Lula. No Paraná, o PT busca ampliar alianças, o que inclui o apoio a Requião Filho na disputa ao Governo do Paraná.
Para o partido, estão em disputa duas concepções de governança. O PT advoga um programa situado no campo do centro à esquerda, que tem como carros-chefes políticas sociais, geração de empregos e renda, desenvolvimento regional e valorização da democracia.

