No Laboratório Central do Estado (Lacen), a recepção de amostras para testagem do vírus. Foto Geraldo Bubniak/AEN

Paraná já é o 3º estado brasileiro com mais casos de covid e o 5º em mortes

A pandemia avançou mais rapidamente no Paraná, nos últimos dias, que em outros estados brasileiros. O Paraná estava em 6º lugar no ranking brasileiro, tanto em casos quanto em óbitos pela covid-19, até o último fim de semana.

Agora, já é o 3º em casos – superou a Bahia, o Rio Grande do Sul e Santa Catarina – e o 6º em óbitos provocados pela doença, superando a Bahia, conforme levantamento divulgado pela Agência Brasil.

Antes, a situação do Brasil: ontem, terça, o País bateu novo recorde de mortes por covid-19 em 24 horas. Foram 1.972 óbitos, que agora somam 268.370. Os casos chegam a 11.122.429, desde o início da pandemia. Há 1.020.841 pessoas com casos ativos, em acompanhamento sanitário.

O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (62.101), Rio de Janeiro (33.824), Minas Gerais (19.605), Rio Grande do Sul (13.837) e Paraná (12.816).

Em casos, liderança também é de São Paulo (2.134.020), seguido por Minas Gerais (928.402) e, agora, o Paraná (733.223).

O RANKING BRASILEIRO

PARANÁ TEM RECORDE DE MORTES

De segunda para terça-feira, 9, o Paraná registrou 212 mortes por covid-19, o maior número desde o início da pandemia, informa a Secretaria de Estado da Saúde. Houve ainda 5.349 casos confirmados.

O total de casos passou a 728.333 e o de mortes para 12.711. A média móvel de casos, 4.068 nos últimos sete dias até segunda-feira, 8, subiu 6,5% em comparação com suas semanas atrás. A média móvel de mortes (69) aumentou 21,9% em relação há duas semanas.

A boa notícia é que 413.611 paranaenses estão imunizados contra a doença, com as duas doses de vacina. E chegou nesta terça ao Paraná um lote de mais 148.600 doses, o que aumentará o total de imunizados para 422.911 paranaenses (com as duas doses necessárias). É pouco. Representa apenas 3,6% do total de habitantes do Paraná (11.516.840).

Mas a esperança é que a produção no Brasil, da Fiocruz e do Butantan, aumente a oferta de vacinas, bem como a compra de outros laboratórios.

Claudio Dalla Benetta - H2FOZ

Cláudio Dalla Benetta é jornalista e repórter do H2FOZ. e-mail: [email protected] Veja mais mais conteúdo do autor.

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