O Governo do Estado adquiriu sete veículos blindados de alto desempenho para reforçar as frotas da Polícia Militar do Paraná (PMPR), da Polícia Civil (PCPR) e da Polícia Penal do Paraná (PPPR). Os equipamentos, inéditos na estrutura estadual, serão empregados em operações especiais de alta complexidade, como gestão de crises, enfrentamento a roubos contra instituições financeiras e situações de tentativa de resgate de presos.
Dois blindados já estão em deslocamento para o Brasil, com entrega prevista às corporações Militar e Civil em março. O investimento totaliza R$ 24,18 milhões. O governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) afirmou que a incorporação dos veículos amplia a capacidade operacional das corporações em ocorrências críticas.
Segundo o secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira, a aquisição integra o processo de modernização da área, que envolve reestruturação institucional, compra de equipamentos e incorporação de novas tecnologias. Os blindados atenderão unidades especializadas como o Batalhão de Operações Especiais (Bope), da PMPR; o Grupo Tigre, da PCPR; e o Setor de Operações Especiais (SOE), da PPPR, entre outras estruturas operacionais.
Os sete veículos são produzidos pela fabricante canadense Roshel INC, fornecedora de agências internacionais de segurança, incluindo Homeland Security, U.S. Customs and Border Protection, NASA, o Departamento de Defesa do Canadá e a Peel Regional Police, de Toronto.
Blindados
Do total, quatro blindados serão destinados à PMPR, dois à PCPR e um à PPPR. O Paraná é o primeiro estado brasileiro a firmar contrato com a empresa fabricante e também o primeiro a receber os veículos, em licitação que contou ainda com a participação de Rondônia e do Distrito Federal.
Três unidades correspondem ao modelo Senator MRAP (Veículo Blindado de Operações Táticas – VBOT), voltado a ações especiais de alta complexidade, com valor aproximado de R$ 4,2 milhões por veículo. As outras quatro são do modelo Senator APC (Veículo Blindado de Transporte), destinadas ao deslocamento de tropas em operações de alto risco, ao custo estimado de R$ 2,8 milhões por unidade.
A aquisição amplia a capacidade de resposta do estado em operações estratégicas, com reforço à proteção de agentes de segurança e à atuação integrada de políticas como a Polícia de Fronteira, o programa Olho Vivo, além da incorporação de drones, helicópteros, viaturas e outros equipamentos operacionais.
(Informações da Agência Estadual de Notícias)


