O ano de 2025 chegou ao fim sem que a balsa entre Domingo Martínez de Irala (Paraguai) e Puerto Libertad (Argentina) entrasse em operação no Rio Paraná.
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A embarcação, pertencente à empresa Macuco Eco Aventura, de capital brasileiro, aguarda apenas a liberação da Argentina para iniciar o trajeto.
De acordo com o jornal ABC Color, do Paraguai, todas as etapas que dependiam das autoridades locais já foram cumpridas. Entretanto, a falta de pessoal aduaneiro para a fiscalização de mercadorias e veículos na Argentina impede a realização da travessia.

Fernando Ferreira, prefeito da cidade argentina de Puerto Libertad, pediu a intermediação do presidente do Paraguai, Santiago Peña, para destravar o impasse com o governo do presidente Javier Milei.
“Atendemos todos os pedidos. Hoje já não falta infraestrutura, só falta pessoal”, afirmou Ferreira, citado pelo ABC Color. “Com uma decisão política, resolve-se isso facilmente. Por isso, acreditamos na necessidade de um pedido do presidente Peña para Milei.”
A falta de pessoal aduaneiro está associada aos cortes promovidos pelo governo federal da Argentina para economizar recursos.
No porto de Libertad, a prefeitura local investiu na construção de estruturas para os setores de migrações, aduana e vigilância sanitária. No Paraguai, a prefeitura de Irala também promoveu melhorias.
A nova balsa no Rio Paraná criará mais um corredor de conexão entre o Sul do Alto Paraná, a província argentina de Misiones e o Sul do Brasil. Logo

