Um brasileiro que fez compras no Paraguai procurou as autoridades de Ciudad del Este para denunciar ter sido vítima de fraude. A intermediação para a devolução do dinheiro perdido esteve a cargo da prefeitura local.
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De acordo com a prefeitura de Ciudad del Este, o brasileiro entrou em contato com o Escritório de Defesa do Consumidor para relatar que comprou R$ 104 mil em produtos em uma loja com o letreiro “Apple” na fachada.
Entretanto, percebeu que parte das mercadorias entregues pela loja, localizada na Rua Camilo Recalde, no Paraguai, não coincidiam com os itens comprados. Além disso, o estabelecimento não entregou produtos avaliados em R$ 50 mil, aumentando o prejuízo.
Diante dos fatos relatados, uma comitiva da prefeitura compareceu à loja denunciada, em conjunto com agentes do Ministério Público e da Polícia Nacional do Paraguai.
Durante a intervenção, as autoridades paraguaias intermediaram uma conciliação entre as partes, com o lojista restituindo o cliente.
A comitiva constatou, porém, que o comércio não contava com a documentação exigida para o funcionamento no Paraguai, como alvará municipal. Por conta disso, a prefeitura determinou a suspensão imediata das atividades, até que ocorra a regularização.
“A prefeitura de Ciudad del Este assume com responsabilidade e seriedade cada denúncia vinculada a práticas irregulares, reafirmando o compromisso de proteger os direitos dos consumidores e turistas”, informou a instituição.
Entidades empresariais do Paraguai apoiam a iniciativa, tendo em vista a necessidade de resguardar a imagem do comércio local. Para ter acesso a uma lista de contatos úteis em situações de emergência no Paraguai, clique aqui.

