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Brasileiros lideram pedidos de residência no Paraguai

Segundo mutirão de regularização migratória no Paraguai em 2026, realizado na semana passada, superou o movimento da edição de fevereiro.

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Brasileiros lideram pedidos de residência no Paraguai
Órgão migratório no Paraguai promove mutirões em cidades de fronteira com o Brasil e a Argentina. Foto: Gentileza/Direção Nacional de Migrações

A Direção Nacional de Migrações (DNM) do Paraguai concluiu, no último sábado (28), a segunda edição de 2026 de seu mutirão de regularização migratória em Ciudad del Este.

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No total, a DNM recebeu 1,4 mil solicitações de residência no Paraguai, superando as 1,2 mil processadas na primeira edição do ano, em fevereiro.

Em declarações reproduzidas pelo jornal La Nación, Cornelio Melgarejo, chefe do escritório regional, disse que os brasileiros lideram a lista de pedidos.


No mutirão de fevereiro, o perfil esteve composto, principalmente, por estudantes de Medicina e outros cursos da área da saúde no Paraguai. Em março, porém, houve grande procura por parte de investidores, trabalhadores e famílias completas.

“Pensávamos que neste segundo Migra Móvil teríamos muitos estudantes brasileiros jovens, mas não foi assim. Predominaram pessoas de meia-idade que chegaram ao país para trabalhar em diferentes setores, inclusive famílias inteiras”, indicou Melgarejo.

Melgarejo apontou, ademais, que os candidatos à obtenção de residência no Paraguai compareceram mais preparados, já de posse da documentação exigida.

A próxima edição do mutirão em Ciudad del Este está marcada para o mês de maio. Procedimentos como pedido de residência ou naturalização estão disponíveis o ano todo, mas os mutirões têm como vantagem a economia de tempo e de custos.

Com todas as instituições funcionando em um único lugar, os documentos costumam ficar prontos em menos de uma semana. Fora dos mutirões, os prazos podem tardar até 90 dias.

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    Guilherme Wojciechowski

    Guilherme Wojciechowski é colaborador do H2FOZ desde 2021. Acompanha o noticiário da fronteira há duas décadas e cobre editorias como Paraguai, Argentina, Turismo, Esporte, Cultura e Segurança Pública.

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