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Calorão faz Paraguai bater recorde de consumo de energia elétrica

Marca foi alcançada às 14h12 dessa quinta-feira (8); sensação térmica na região metropolitana de Assunção superou os 40°C.

2 min de leitura
Calorão faz Paraguai bater recorde de consumo de energia elétrica
Sistema interligado do Paraguai suportou bem a demanda simultânea. Foto: Gentileza/Ande
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O Paraguai reportou, nessa quinta-feira (8), recorde de consumo simultâneo de energia elétrica no país. Às 14h12, momento de forte calor, o mercado interno demandou 5.566 megawatts, superando a maior marca, datada de dezembro de 2025.

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De acordo com a Administração Nacional de Energia (Ande), o calor intenso e o uso de aparelhos de climatização levaram ao novo pico de consumo.

“Este novo máximo supera o recorde anterior, registrado em 15 de dezembro de 2025, quando a demanda alcançou 5.280 MW, também às 14h12”, detalhou a empresa energética do Paraguai.

Para suprir o consumo, o Sistema Interconectado Nacional (SIN) utilizou energia das seguintes fontes:

  • Itaipu: 4.060 MW;
  • Yacyretá: 1.388 MW;
  • Acaray: 128 MW;
  • Outras fontes: 20 MW.

Assim, a rede da Ande no Paraguai conseguiu fornecer a eletricidade demandada e contar com uma margem de segurança para evitar apagões.

Conforme dados da meteorologia, as regiões mais populosas do Paraguai tiveram temperaturas acima dos 35°C, com sensação térmica superior a 40°C.

Itaipu tem lugar cativo como a maior fornecedora de energia para o país, seguida por Yacyretá, usina binacional na fronteira com a Argentina.

O Paraguai está apostando, ademais, em outras fontes renováveis de energia, como painéis solares e biomassa. Itaipu, por exemplo, investe em um projeto-piloto de produção de energia solar com painéis flutuantes no trecho represado do Rio Paraná.

As hidrelétricas de Itaipu, Yacyretá e Acaray, contudo, continuam como pilares do SIN, pois garantem estabilidade e previsibilidade na produção.

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    Guilherme Wojciechowski

    Guilherme Wojciechowski é colaborador do H2FOZ desde 2021. Acompanha o noticiário da fronteira há duas décadas e cobre editorias como Paraguai, Argentina, Turismo, Esporte, Cultura e Segurança Pública.

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