Elaborado pela Fundação Heritage, o Índice de Liberdade Econômica serve como parâmetro para medir as economias mais abertas do globo. Com periodicidade anual, o ranking leva em conta países de todos os continentes.
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Entre os países da América Latina, o Chile possui a melhor avaliação, ocupando a 17.ª posição global. O segundo mais bem ranqueado é o Uruguai, na 32.ª colocação, empatado com a Costa Rica.
De acordo com a lista, dos países da região trinacional de fronteira, o Paraguai conta com a qualificação mais alta, na 55.ª posição, na categoria “Moderadamente Livre”. Conforme o histórico, na comparação com o índice de 2025, no qual estava no posto 59, o país avançou quatro posições.
Por outro lado, Brasil e Argentina estão em um degrau mais baixo, classificados como “Principalmente Não Livres”.
A Argentina aparece na 106.ª colocação do ranking, enquanto o Brasil está na 134.ª posição entre os 184 países avaliados. Na comparação com 2025, o Brasil piorou, caindo 17 colocações. Já a Argentina evoluiu, subindo da 124.ª posição para a 106.ª.
Para elaborar sua lista, a Fundação Heritage leva em conta fatores como déficit fiscal e desempenho econômico. No caso do Paraguai, a estabilidade da economia do país esteve entre os critérios principais para a melhoria na avaliação.
O topo da lista está ocupado por nações desenvolvidas, como Singapura, Suíça, Irlanda, Austrália, Taiwan, Luxemburgo, Dinamarca, Noruega, Estônia e Países Baixos.
Nas cinco piores posições, por sua vez, estão Coreia do Norte, Cuba, Venezuela, Sudão e Zimbábue, classificados como “Reprimidos”.
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