Carinhosamente, o Castelinho. Reportagem do jornal Ponte da Amizade, de setembro de 1995, dava detalhes do Castelletto dal Pozzo, considerado um “oásis” à beira da BR-277, em Matelândia, no trecho da rodovia na rota Foz do Iguaçu–Cascavel.
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A reportagem está disponível no Museu da Imprensa. O periódico cita a edificação como um conjunto arquitetônico inusitado, formado por um castelinho de inspiração medieval e uma pirâmide, que se somaram à paisagem depois do sucesso do Castelinho.
O lugar virou parada quase obrigatória para turistas e viajantes. A publicação destaca que a construção foi erguida em meio a um paredão rochoso e cercada por árvores nativas da margem da estrada. O projeto buscava reproduzir características de um castelo medieval, iniciativa idealizada pelo arquiteto Cláudio Bósio e pela família Dal Pozzo.
Conforme o jornal, o Castelletto dal Pozzo foi concluído em 1988. Construído com pedras de basalto talhadas, possui três pisos e cerca de 350 metros quadrados de área útil. No segundo andar, restaurante, café e, claro, o que deu origem ao Castelinho: salada de frutas na margem da estrada.
Castelinho na BR-277
A reportagem destacava que a chegada ao local já impressionava os visitantes. Uma pequena ponte conduzia à entrada, remetendo às antigas fortalezas europeias. O castelinho também era ornamentado com cores vivas e escadarias de pedra que levavam ao topo do terreno, de onde se tinha vista para o bosque e para o paredão rochoso de cerca de 15 metros de altura. Essa descrição, reforça-se, é da paisagem de 1995.
“Um pequeno bosque da família Dal Pozzo está aberto à visitação. As águas de pequenas minas correm entre as pedras e mantêm constantemente umedecido o penhasco rochoso”, cita a reportagem, assinada pelo jornalista Mauri Konig.
Aberto para visitantes, o Castelinho une gastronomia, paisagem e beleza arquitetônica. Conheça: @castellettodalpozzo.
Acesse a reportagem original e na íntegra.
Museu da Imprensa
Acervo digital de jornais, revistas e publicações impressas de Foz do Iguaçu, com acesso público e gratuito. Reúne documentos que testemunham a trajetória do município e de sua gente, em imbricação com as Três Fronteiras — Argentina, Brasil e Paraguai.
A coleção inicial reúne quase 20 mil páginas, cobrindo um período histórico de seis décadas, a partir de 1953. O conteúdo é resultado do esforço coletivo de resgate, preservação e valorização desse patrimônio. O projeto é uma iniciativa da Associação Guatá, com apoio da Itaipu Binacional.
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