Proposta determina a informação junto à fixação visível da lista de profissionais em atuação nas unidades, como médicos e enfermeiros; prefeito alega questões jurídicas e operacionais do SUS para barrar.
Sob o slogan “Agir salva vidas”, campanha enfoca o impacto da cultura do ódio nas redes e a necessidade de fortalecer vínculos, especialmente entre jovens.
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