Uma festa em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, promovida pela prefeitura da pequena cidade de Colonia Aurora, ganhou grande repercussão na Argentina.
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No evento, realizado no sábado (7) em um pavilhão do poder público local, mulheres da comunidade participaram de diversas atividades, bem como de uma gincana.
O momento que desatou a polêmica, porém, foi o da entrega dos títulos de segunda-princesa, primeira-princesa e rainha da festividade. Às vencedoras, os organizadores distribuíram um diploma, acompanhado por um balde, um rodo e uma vassoura.
Ao que tudo indica, as premiadas levaram o episódio na brincadeira. Nas redes sociais e na imprensa argentina, contudo, as fotos das campeãs com os utensílios geraram uma enxurrada de críticas.
“Uma postura que reforça estereótipos de gênero, com o olhar posto na mulher para os afazeres domésticos”, apontou o jornal El Territorio.
O assunto esteve, ademais, na capa do portal Infobae, um dos mais lidos da Argentina. Em entrevista a emissoras de rádio locais, o prefeito Carlos Goring disse que as fotos publicadas no Facebook da prefeitura foram tiradas de contexto.
“Fizemos uma atividade recreativa. Algumas participantes receberam a vassoura, outras o balde. Todos rimos muito”, afirmou. “Tiraram as fotos de contexto, para prejudicar nossa imagem junto aos cidadãos.”
Com pouco mais de oito mil habitantes, Colonia Aurora está localizada na fronteira da Argentina com o Brasil, às margens do Rio Uruguai. A economia da cidade tem como base as atividades agrícolas.


O contexto é importante:
Cidade de 8 mil habitantes em uma província onde o trabalho doméstico é valorizado já que produção rural como horta, olericultura, fruticultura e criação de animais domésticos é comum e tradicional.
As mulheres ficam mais dentro de casa já que o sexo feminino tem uma natureza diferente do sexo masculino. Relativizar isso destrói famílias.
Mulheres engravida, amamentam, perdem sangue todo mês. Mas elas também cuidam da alimentação das crianças e de casa. E limpeza é algo importante. O preconceito está na cabeça de quem acha que dia internacional da mulher tem relação com revolução contra a família.
Normalmente esses não sabem trocar uma tomada e nem passar uma roupa.
Duvido que falariam o mesmo se homens ganhassem um kit de ferramentas manuais. Pois é, o trabalho digno é mal visto . Querem escravizar a mente da mulheres.
Qual é o problema?! Digna a mulher que faz seu papel com amor para sua família como guardiã do bem mais precioso que Deus lhe incumbiu. Infelizmente o diabo criou às ideologias feministas e empoderou às mulheres e muitas entraram por esse caminho e destruíram a instituição mais importante da terra: a família! Quem menospreza a mulher odeia a família.
Lamentavel, a Argentina anda para trás em passos acelerados, olha que eles não gostam de serem classificados como sul-americanos, dizem que tem raízes europeias
Kkkkkkkkkk, mas homenageiam suas mulheres no seu dia internacional com baldes e vassouras, ok, cada um tem a honra que merece.