Alunos de escolas públicas e particulares da Argentina deram início, nessa segunda-feira (2), ao ano letivo de 2026. A volta às aulas foi marcada, na maior parte do país, por um protesto convocado pela Confederação dos Trabalhadores da Educação (CTERA).
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A manifestação teve como base as negativas governistas em negociar o reajuste nacional da categoria, bem como a eliminação do Fundo Nacional de Incentivo Docente.
Na cidade fronteiriça de Puerto Iguazú, o protesto contou com a adesão da União de Docentes da Província de Misiones (UDPM), uma das principais entidades de classe da província argentina.
Em várias escolas públicas de Iguazú, houve pouca presença de alunos. Nos estabelecimentos particulares, as atividades transcorreram normalmente, com professores manifestando apoio à paralisação, mas enfrentando dificuldades para aderir.
Uma das novidades para a volta às aulas na cidade argentina de Puerto Iguazú diz respeito à sede própria da Escola n.º 746 Sudamérica.
De acordo com a Radio Yguazú Misiones, após mais de dez anos passando por diferentes locais, a construção do edifício da escola está finalmente concluída. O estabelecimento atende cerca de 400 estudantes da comunidade local.
Na Argentina e no Paraguai, o ano letivo tem duração menor em comparação ao do Brasil, começando no mês de março e terminando nos primeiros dias de dezembro.
Já o recesso de julho costuma durar entre duas e três semanas, com o calendário variando conforme a província.

