Já há mais casos e mortes em Foz do que em países como Cuba e Uruguai. E mortalidade na Argentina só perde para três países (e isso não inclui o Brasil).
Faltando nove dias para terminar, novembro chega a 2.645 casos e ultrapassa julho, até então o pior mês em quantidade de diagnósticos positivos da doença.
Agora são 45 disponíveis, dos quais 40 da unidade hospitalar e cinco de retaguarda no Hospital Madre de Dio, de São Miguel do Iguaçu. Em Foz, são 85 no total.
Especialistas paraguaios apontam para o que podem ser as causas da diferença, entre elas a falta de lavar as mãos, em Foz, e a presença de mais turistas.
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