Itaipu fará leilão de casas da Vila A nesta quarta (21) em Foz do Iguaçu

Lista inclui 34 imóveis desocupados; lances poderão ser feitos de forma presencial ou on-line, no site do leiloeiro.

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Itaipu Binacional promoverá, nesta quarta-feira (21), o terceiro leilão de casas desocupadas da Vila A, bairro situado na Região Norte de Foz do Iguaçu, construído na década de 1970 para abrigar trabalhadores contratados para as obras da usina.

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No total, 34 imóveis serão leiloados, com lances iniciais que variam entre R$ 262,4 mil e R$ 955,8 mil, a depender de fatores como localização, metragem da casa, metragem do terreno e estado de conservação.

Listagem inclui casas de madeira e alvenaria. Foto: Divulgação/PK Leilões
Listagem inclui casas de madeira e alvenaria. Foto: Divulgação/PK Leilões

Conforme o edital, “o pagamento dos imóveis deverá ser efetuado à vista, em Reais (R$), com recursos próprios, ou mediante crédito imobiliário, com/sem utilização dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) – procedimento o qual correrá sob inteira e única responsabilidade do interessado na compra”, em um prazo de até 90 dias a contar da data da publicação do resultado oficial.

A listagem completa das casas, acompanhada por fotos atualizadas, pode ser conferida no site do leiloeiro Pedro Kronberg, no endereço https://pkleiloes.com.br.

Os lances presenciais poderão ser feitos a partir das 14h de quarta-feira, na Sala Venezia do Hotel Bella Italia, localizado na Avenida República Argentina, n.º 1.700, no centro de Foz do Iguaçu. Já as ofertas on-line serão centralizadas no site do leiloeiro.

Segundo Itaipu, “o leilão está aberto à participação de interessados(as) de todo o Brasil. Empregados(as) da Itaipu, inclusive cedidos e requisitados, seus(suas) cônjuges e parentes de até segundo grau não podem participar.”

Nos dois certames anteriores, Itaipu conseguiu vender 57 imóveis, arrecadando cerca de R$ 20 milhões, que serão revertidos para a construção de duzentas moradias populares em Foz do Iguaçu.

A intenção da diretoria brasileira da usina é desmobilizar, de forma gradual, todos os imóveis que ainda pertencem à hidrelétrica na cidade e que já não cumprem com suas funções originais.

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