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Sicoob aposta em atendimento humano e portas abertas; bancos fecham agências

Cooperativa combina presença física, com agências nas cidades, serviços digitais e relacionamento próximo, com foco nas pessoas.

3 min de leitura
Sicoob aposta em atendimento humano e portas abertas; bancos fecham agências
Cooperativa mantém agências de portas abertas e atendimento humanizado — foto: Marcos Labanca/Sicoob Três Fronteiras

Em um cenário de digitalização dos serviços financeiros e redução da presença física de instituições bancárias, o Sicoob mantém um modelo que combina tecnologia, atendimento presencial e relacionamento próximo com os cooperados. O foco está nas pessoas, tanto nas que atendem quanto nas que são atendidas.

O Sicoob ocupa a primeira colocação entre as instituições financeiras com maior número de agências no Brasil, com aproximadamente 4,7 mil pontos de atendimento. Em mais de 420 municípios brasileiros, é a única instituição financeira com presença física.

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Essa capilaridade acompanha o crescimento do sistema, que já ultrapassou dez milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal.

Para o presidente do Sicoob Três Fronteiras, Dimas Bragagnolo, a continuidade desse modelo está relacionada à preservação dos princípios do cooperativismo. “Se mantivermos a nossa essência e o compromisso com o cooperativismo, o futuro está garantido.”

Responsável pelo setor de Comunicação e Marketing do Sicoob Três Fronteiras, Kelly Dutra de Campos afirma que a presença física traduz uma visão de futuro baseada nas relações humanas. “O Sicoob acredita que o futuro é humano e feito de relacionamentos.”

Segundo Kelly, o objetivo é conhecer as pessoas, compreender seus sonhos e estar presente nos momentos importantes. “Somos feitos de gente que acredita na gente. Cooperamos com sonhos, pessoas e com o crescimento das comunidades, transformando relações financeiras em proximidade e desenvolvimento”, conclui.

Tecnologia e relacionamento

A aposta na presença física ocorre paralelamente aos investimentos em tecnologia e inovação. A proposta é oferecer autonomia aos cooperados que preferem realizar operações pelo celular e, ao mesmo tempo, manter o atendimento presencial para situações que demandem orientação e relacionamento.

O modelo cooperativista também diferencia a relação financeira tradicional. No Sicoob, o cliente é cooperado e participa da instituição, em um sistema no qual os resultados podem retornar aos associados e às comunidades.

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Entre as soluções oferecidas estão conta-corrente, crédito, investimentos, cartões, previdência, consórcios, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento e outros serviços financeiros.

O sistema é formado por cooperativas singulares e centrais, além do Centro Cooperativo Sicoob (CCS), que reúne uma confederação, um banco cooperativo e estruturas especializadas.

Em um mercado cada vez mais digital, a instituição busca conciliar inovação e proximidade. A estratégia parte da ideia de que, mesmo quando uma operação começa na tela de um celular, por trás dela continuam existindo pessoas, empresas, famílias e projetos.

Acompanhe: @sicoobtresfronteiras

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    Paulo Bogler

    Paulo Bogler

    Paulo Bogler é repórter do H2FOZ. Com enfoque em pautas comunitárias, atua na cobertura de temas relacionados à cidade, política, cidadania, desenvolvimento e cultura local. Tem interesse em promover histórias, vozes e o cotidiano da população. E-mail: bogler@h2foz.com.br.

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