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Longa espera

Prefeitura de Foz abre licitação para construir Escola Lúcia Marlene

Obra está orçada em R$ 10,2 milhões e deve começar neste ano; comunidade aguarda o prédio há mais de duas décadas

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Prefeitura de Foz abre licitação para construir Escola Lúcia Marlene
A escola terá 13 salas de aulas, ampliando o número anterior, que era de seis. A mudança permitirá oferecer ensino integral aos alunos. Imagem: AMN
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A prefeitura anunciou o edital de licitação para construir a Escola Municipal Lúcia Marlene Pena Nieradka, na Praça das Aroeiras, no Jardim Social, em Foz do Iguaçu. A abertura das propostas está prevista para 19 de fevereiro.

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Aguardada há mais de duas décadas, a obra se arrasta desde a gestão anterior, do ex-prefeito Chico Brasileiro. Na ocasião, uma empresa foi contratada para fazer a escola, mas quando começaria a construção abandonou o projeto, que não saiu do papel.

Orçada em R$ 10,2 milhões, a obra será paga com recursos próprios da prefeitura. Segundo o município, a previsão é a de que os trabalhos iniciem ainda neste ano. O prazo para conclusão é de 22 meses.

O projeto da escola foi reformulado, e o número de salas passou de seis para 13 em relação ao da gestão anterior. Com isso, a instituição terá ensino integral e poderá atender a um maior número de alunos.

O município aguardava a finalização dos projetos complementares — hidráulico, elétrico e de prevenção de incêndio — para abrir a licitação.

A escola terá biblioteca, sala de informática, espaço multiúso, quadra coberta, refeitório e setor administrativo. Entre as novidades do atual projeto está um jardim sensorial, voltado especialmente a crianças neurodivergentes, e uma sala de aula ao ar livre.

Duas décadas de improviso

A Escola Lúcia Marlene Nieradka funciona há 22 anos embaixo da arquibancada do Estádio Pedro Basso, na Vila Yolanda. Nesse tempo, apesar das promessas, nenhum gestor municipal conseguiu construir a unidade escolar.

Logo que assumiu a prefeitura, Joaquim Silva e Luna chegou a descartar a construção da escola na Praça das Aroeiras. Um grupo de moradores do Jardim Social reivindicou na Justiça que a obra fosse feita em outro espaço para que as árvores e a praça fossem preservadas.

No entanto, mesmo acionando o Judiciário, o movimento não prosperou. Por outro lado, pais de alunos queriam que a escola fosse construída na praça.

(Com informações da Agência Municipal de Notícias)

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    Denise Paro

    Denise Paro é jornalista pela UEL e doutoranda em Integração Contemporânea na América Latina. Atua há mais de duas décadas nas Três Fronteiras e tem experiência em reportagens especias. E-mail: deniseparo@h2foz.com.br

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