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'Escuta e acolhimento'

Unila reforça apoio institucional a estudantes da Venezuela em Foz do Iguaçu

Em nota, universidade expressa preocupação com o que considera ataque à soberania venezuelana e violação do direito internacional.

2 min de leitura
Unila reforça apoio institucional a estudantes da Venezuela em Foz do Iguaçu
Federal sediada em Foz do Iguaçu, Unila recebe estudantes da América Latina e do Caribe – foto ilustrativa: Freepik
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A Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) comunicou, nesta segunda-feira, 5, que está reforçando o apoio institucional a estudantes venezuelanos. Em nota, a instituição também externou preocupação com o que considera ataque à soberania do país vizinho e violação do direito internacional.

Conforme a instituição, situações de instabilidade impactam a vida estudantil, especialmente entre estudantes vindos de outros países. Tal situação recobra a universidade “sensibilidade institucional, escuta qualificada e acolhimento”.

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Assim, a partir desta segunda-feira, 5, a Unila oferece apoio e orientação de eventuais encaminhamentos aos estudantes venezuelanos. Esse atendimento ocorre por meio dos canais oficiais da Pró-Reitoria de Relações Institucionais e Internacionais (Proint).

Soberania e direito internacional

Em nota bilíngue, a Unila afirma que a soberania da Venezuela, sob ataque militar dos Estados Unidos, foi violada no último dia 3, representando “grave ruptura do direito internacional e das liberdades constitucionais dos povos latino-americanos”. Essas garantias, prossegue, são essenciais para a proteção da vida e da dignidade humana.

O documento frisa que, independentemente da opinião que se tenha sobre um governo, cabe ao próprio construir alternativas. “Esta ação armada coloca em cena um estado de exceção e de violência sem precedentes na região, visto que a Carta das Nações Unidas proíbe o uso de força contra a integridade territorial de outro país, salvo em legítima defesa ou com autorização do Conselho de Segurança”, segue o texto.

A Unila argumenta não haver registros históricos de que intervenções impostas a uma nação tenham melhorado a vida das pessoas. E que a intervenção militar comandada por Donald Trump “reabre feridas históricas de intervenções externas na América Latina e Caribe”, aponta.

Leia a nota na íntegra.

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    Paulo Bogler

    Paulo Bogler é repórter do H2FOZ. Com enfoque em pautas comunitárias, atua na cobertura de temas relacionados à cidade, política, cidadania, desenvolvimento e cultura local. Tem interesse em promover histórias, vozes e o cotidiano da população. E-mail: bogler@h2foz.com.br.

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