Itaipu fecha o escritório de Brasília. Fica tudo centralizado em Foz do Iguaçu

H2FOZ

O escritório de Itaipu em Brasília (DF) está sendo fechado e os funcionários virão para Foz do Iguaçu, de onde conduzirão todos os processos que envolvem as atividades na capital federal.

Com essa nova decisão do diretor-geral brasileiro, Joaquim Silva e Luna, todas as atividades da usina no Brasil estarão centralizadas em Foz do Iguaçu, inclusive – desde o início da gestão – toda a diretoria, que antes ficava em Curitiba.

A medida é coerente com o que já foi feito até agora: o fechamento do escritório de Curitiba, com a vinda de 130 empregados para Foz, e a construção da sede da Fundação Itaipu Brasil de Previdência Social também em Foz, deixando de existir o escritório na capital paranaense, após o fim das obras.

As medidas visam tanto economizar nos gastos com passagens, diárias e custo de instalações, quanto melhorar a gestão da usina, com a concentração aqui de toda a diretoria e empregados.

“A concentração de todos os empregados em Foz melhora a governança e o trabalho em equipe, com ganho para toda a empresa”, diz Silva e Luna.

Embora o escritório de Brasília seja pequeno e com poucos funcionários, haverá uma economia anual de R$ 500 mil com o aluguel e outros serviços.

Em Curitiba, quando necessário, Itaipu utiliza salas da Copel e da Assembleia Legislativa; em Brasília, contará com espaços oferecidos sem custos pelo Ministério das Minas e Energia, pelo Ministério das Relações Exteriores e pela Eletrobrás.

O escritório da usina em Brasília, assim como em Assunção, está previsto no Tratado de Itaipu. Mas não há menção alguma ao fato de que seja necessário manter uma sede física, já que, majoritariamente, as atividades do escritório estão relacionadas a pesquisas na internet, podendo ser feitas remotamente de qualquer lugar.

Para Foz do Iguaçu, significa finalmente um reconhecimento à cidade escolhida para ser sede brasileira da usina, mas que dividia com cidades distantes muitos benefícios.

No início, então, era ainda pior: havia escritórios também em São Paulo e Rio de Janeiro, fechados no início dos anos 1990, o que contribuiu para melhorar o controle das despesas e reduzir desperdícios.

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