O Paraná encerrou 2025 como o maior empregador da Região Sul e o quarto maior do Brasil na geração de empregos formais. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nessa quinta-feira, 29, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), apontam a criação de 80.665 novas vagas com carteira assinada no Estado ao longo do ano.
O resultado representa 43,3% de todos os postos formais abertos na região Sul em 2025. No ranking nacional, o Paraná ficou atrás apenas de São Paulo (311.228 vagas), Rio de Janeiro (100.920) e Bahia (94.380). No total, o Brasil fechou o ano com saldo positivo de 1.279.498 empregos.
Na Região Sul, foram abertas 186.126 vagas formais, sendo 59.184 em Santa Catarina e 46.277 no Rio Grande do Sul. O desempenho paranaense decorre da diferença entre 2.037.949 admissões e 1.957.284 desligamentos no período. Com isso, o Estado terminou o ano com um estoque de 3.299.272 trabalhadores com carteira assinada.
Ao longo de 2025, o Paraná registrou saldo positivo de empregos em praticamente todos os meses, com exceção de dezembro, tradicionalmente marcado por retração no mercado de trabalho. O melhor desempenho mensal ocorreu em fevereiro, com 38.980 vagas abertas.
Empregos
Entre os setores da economia, serviços liderou a geração de empregos, concentrando quase 60% das vagas criadas no ano, com saldo de 48.278 postos. O comércio abriu 14.401 vagas, seguido pela indústria, com 13.831. Construção e agropecuária também fecharam o ano no positivo, com 2.150 e 1.985 novos empregos, respectivamente.
Para o governador Carlos Massa Ratinho Junior, o desempenho reflete o ambiente econômico do Estado. “Celebramos mais um ano de destaque na criação de empregos, resultado do bom momento econômico e das políticas de atração de investimentos que movimentam o mercado de trabalho em todas as regiões”, afirmou.
O secretário estadual do Trabalho, Qualificação e Renda, Do Carmo, destacou a consistência do resultado. “São mais de 80 mil novos empregos formais em um único ano, fruto de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico, à qualificação da mão de obra e ao fortalecimento do setor produtivo”, avaliou.


