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É cilada!

PIX: veja como proteger-se do golpe da falsa central bancária

Criminosos simulam atendimento do banco para obter senhas, códigos de segurança e transferências; Polícia Civil orienta como evitar e agir em caso de prejuízo.

2 min de leitura
PIX: veja como proteger-se do golpe da falsa central bancária
Os criminosos também podem pedir a instalação de aplicativos no celular - foto: Fabio Dias/EPR divulgação


A Polícia Civil do Paraná (PCPR) alerta a população para o golpe da falsa central bancária. Criminosos se passam por funcionários de bancos para induzir vítimas a transferir dinheiro via PIX, sob o pretexto de proteger a conta de uma suposta compra suspeita.

Os golpistas entram em contato por telefone ou aplicativos de mensagens, simulam atendimentos e alegam identificar movimentações financeiras irregulares. Com informações sobre procedimentos bancários, criam uma situação de medo e urgência para obter senhas, códigos de verificação e transferências.

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Segundo o delegado da PCPR Fernando Garbelini, nenhuma instituição financeira solicita transferências para proteger valores depositados. A orientação é desligar diante de pedidos desse tipo e procurar o banco pelos canais oficiais.

Os criminosos também podem pedir a instalação de aplicativos no celular, sob a justificativa de realizar procedimentos de segurança. Esses programas podem permitir o acesso remoto ao aparelho e às informações bancárias. Mesmo que o número exibido na tela pareça ser o da instituição, não forneça dados pessoais ou bancários.

PIX: caiu no golpe?

Se a transferência já foi realizada, a vítima deve entrar em contato imediatamente com o banco e solicitar a abertura do Mecanismo Especial de Devolução (MED), procedimento do Banco Central que permite analisar fraudes envolvendo PIX e tentar recuperar os valores. A solicitação não garante o ressarcimento.

Em seguida, é necessário registrar um boletim de ocorrência, informando os dados da transação, os números utilizados pelos suspeitos e outras informações que possam ajudar na investigação.

Registro da ocorrência

O boletim pode ser feito pela internet, no site da PCPR, conforme a natureza do fato, ou presencialmente em uma unidade policial. Informações que contribuam para identificar suspeitos também podem ser repassadas ao Disque-Denúncia, pelo telefone 181.

(Com informações da Agência Estadual de Notícias)

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    Paulo Bogler

    Paulo Bogler

    Paulo Bogler é repórter do H2FOZ. Com enfoque em pautas comunitárias, atua na cobertura de temas relacionados à cidade, política, cidadania, desenvolvimento e cultura local. Tem interesse em promover histórias, vozes e o cotidiano da população. E-mail: bogler@h2foz.com.br.

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