Uma iniciativa desenvolvida pela diretoria brasileira de Itaipu está aproximando as escolas municipais dos projetos científicos aplicados na região.
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Nos dias 26 e 27 de março, professoras da rede municipal de Santa Helena puderam conhecer de perto as ações de conservação da fauna e da flora realizadas por Itaipu em Foz do Iguaçu e Santa Helena.
As educadoras participaram do I Workshop de Sociobiodiversidade Local, fruto de parceria entre a binacional, Itaipu Parquetec e Instituto Federal do Paraná (IFPR). De acordo com os organizadores, as atividades ocorreram no dia 26 em Foz do Iguaçu e no dia seguinte em Santa Helena.
O ponto alto da programação teve como cenário o Refúgio Biológico de Santa Helena. Ali, as professoras acompanharam o trabalho de captura da fauna para estudos, ademais da coleta da flora da mata vizinha ao lago de Itaipu.
Nas atividades práticas, as educadoras se dividiram em grupos que se revezaram em estações lideradas por especialistas em aves, mamíferos, insetos e aracnídeos, bem como na herpetofauna (répteis e anfíbios) e na flora.
O foco nas docentes faz parte de uma estratégia de aproximar o público das pesquisas realizadas no eixo Biodiversidade pelo Núcleo de Inteligência Territorial (NIT).
Com sede no Itaipu Parquetec, o NIT produz informações essenciais para a tomada de decisão nas iniciativas socioambientais promovidas pela usina no território.
Contato com a ciência no território
O coordenador do NIT, Fagner de Oliveira, lembrou a importância de ter crescido próximo a uma área protegida da binacional, o Refúgio Biológico Bela Vista, em Foz do Iguaçu.
“Fui morador da Vila C e foi visitando o refúgio que tive o primeiro contato com certos animais, com a mata. Na minha cabeça de criança, toda cidade, todo bairro tinha isso. Mas daí a gente cresce e vê como esse lugar é especial. E isso me influenciou a trabalhar com esse tema hoje”, indicou.
(Com informações de Itaipu Binacional)

