Guardas-florestais do Parque Nacional Iguazú fizeram, nos últimos dias, uma série de incursões na unidade que preserva as Cataratas do Iguaçu na Argentina.
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As ações tiveram como objetivo coibir a prática de atividades ilícitas no parque argentino, como a pesca e a caça, ademais da extração de plantas nativas.
Durante patrulhamento na margem argentina do Rio Iguaçu, no trecho acima das Cataratas do Iguaçu, os agentes detectaram sinais de presença humana em vários pontos.
Nos locais investigados, os guardas-florestais desmontaram pelo menos dois acompamentos compartilhados por caçadores e pescadores. Os procedimentos não resultaram em prisões ou identificação dos indivíduos envolvidos nos crimes ambientais.
“Estas ações fazem parte do trabalho permanente desenvolvido pelos guardas para proteger os valores de conservação do espaço natural”, informa a direção da unidade de conservação na Argentina. “As operações continuarão por tempo indeterminado.”
A imprensa da província de Misiones noticia, frequentemente, a descoberta de estruturas usadas por caçadores no interior de áreas de preservação.
As incursões ocorrem em locais como os parques de Puerto Península e Urugua-í, ao sul de Puerto Iguazú, bem como no próprio Parque Nacional Iguazú.
Mamíferos de pequeno e médio portes, como pacas e capivaras, estão entre os principais alvos dos caçadores na Argentina.
A província de Misiones abriga a maior biodiversidade de todo o território argentino, bem como algumas das maiores áreas de preservação contínua no país.

