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Paraguai faz maior apreensão urbana de ecstasy no país

Homem de nacionalidade dominicana, residente há seis anos no Paraguai, foi parado com mais de 50 mil doses do entorpecente.

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Paraguai faz maior apreensão urbana de ecstasy no país
Segundo a Senad, o ecstasy é uma droga com pouca difusão no Paraguai. Foto: Gentileza/Senad

A Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) do Paraguai efetuou, no último sábado (21), a maior apreensão urbana de ecstasy na história do país.

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Conforme o balanço, o procedimento ocorreu na região metropolitana de Assunção, no limite entre os municípios de Villa Elisa e Fernando de la Mora.

Na Rodovia PY01, os agentes antidrogas abordaram um homem de 32 anos, de nacionalidade dominicana, residente há seis anos no Paraguai.

Além da capital do Paraguai, droga teria como destino a fronteira com o Brasil e a Argentina.
Além da capital do Paraguai, droga teria como destino a fronteira com o Brasil e a Argentina. Foto: Gentileza/Senad

Com ele, a equipe da Senad apreendeu mais de 50 mil doses de ecstasy, quantidade considerada pouco usual para o mercado local. Por esse motivo, as autoridades paraguaias estimam que o carregamento tinha como destino o Brasil ou a Argentina.

De acordo com a Senad, o homem já estava sob monitoramento da agência devido à suspeita de que integraria um esquema de distribuição de entorpecentes.

Francisco Ayala, diretor de Comunicação da Senad, apontou que o valor dos comprimidos pode ultrapassar, facilmente, G$ 4 bilhões (cerca de R$ 3,2 milhões).

“Não acreditamos que estas 50 mil doses tinham como destino o mercado interno. Consideramos, conforme os nossos dados, que uma parte iria para a Tríplice Fronteira”, afirmou Ayala, citado pelo jornal Última Hora.

No Paraguai, drogas como o ecstasy estão presentes em eventos como shows e atividades com alta concentração de jovens. No entanto, o alto preço de cada dose faz com que a demanda no mercado ilegal local seja considerada pequena.

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    Guilherme Wojciechowski

    Guilherme Wojciechowski é colaborador do H2FOZ desde 2021. Acompanha o noticiário da fronteira há duas décadas e cobre editorias como Paraguai, Argentina, Turismo, Esporte, Cultura e Segurança Pública.

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