O Poder Judiciário do Paraguai acompanhou, nessa sexta-feira (4), a destruição dos 304,3 quilos de maconha “premium” apreendidos, no dia 19 de agosto, na Ponte da Integração.
Na ocasião, as autoridades paraguaias destacaram a apreensão, realizada na cabeceira em Presidente Franco, como a primeira da nova ponte fronteiriça com o Brasil.
“Importada” dos EUA, a droga estava escondida no fundo falso da cabine de um caminhão vazio, que atravessaria para Foz do Iguaçu.
O motorista, residente no Paraguai, afirmou ter sido apenas contratado para a travessia, desconhecendo a presença do entorpecente. Mesmo assim, recebeu voz de prisão.
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A destruição da droga contou com a participação do Ministério Público e da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad). O procedimento ocorreu em um forno especialmente preparado para a incineração no município de Chaco’i, próximo à capital do país, Assunção.
Logo dois dias após a apreensão no Paraguai, o Brasil também “inaugurou” a localização de drogas na cabeceira da Ponte da Integração.
Durante a fiscalização a um ônibus procedente de Assunção, agentes da Receita Federal do Brasil (RFB) localizaram dez quilos de maconha na bagagem de um passageiro.
Atualmente, a Ponte da Integração Brasil–Paraguai está em processo gradual de abertura. A próxima etapa está marcada para o dia 14 de setembro, com a habilitação parcial da circulação de carros de passeio de moradores fronteiriços.

