Agentes do Complexo Penitenciário de Reinserção Social de Minga Guazú, no Paraguai, apreenderam, na última sexta-feira (21), um “pó misterioso” durante vistoria a uma garrafa térmica destinada a um detento.
De acordo com o jornal ABC Color, o objeto passou pela verificação de um escâner, revelando a existência do material. O pó e uma substância líquida foram enviados a um laboratório para análise da composição química.
A princípio, os agentes da penitenciária, considerada de segurança máxima no Paraguai, suspeitam de tentativa de fabricação de explosivos em uma das alas da instituição.
A apreensão somou 30 gramas de um pó com cor similar à de argila, entremeado por pontos negros, ademais de cerca de cem mililitros de uma substância líquida.
Leia também:
Como comprar nas lojas do Paraguai, pela internet, com entrega no Brasil
Policiais do Grupo Especial de Operações, da Polícia Nacional do Paraguai, estiveram no local e apontaram, em uma primeira análise, o potencial explosivo da mistura. Para a fabricação de uma bomba viável, contudo, ainda faltariam outros dois elementos.
Questionada a respeito da origem da garrafa térmica, a mulher que levou o objeto à penitenciária disse apenas ter recebido de um terceiro para entregar a um detento.
Administrado pelo Ministério da Justiça do Paraguai, o Complexo Penitenciário de Reinserção Social de Minga Guazú fica a 22 quilômetros da Ponte da Amizade.

