Ao longo de duas semanas, a equipe da terceira temporada da série DNA do Crime, da Netflix, gravou cenas em Foz do Iguaçu, Ciudad del Este e municípios vizinhos.
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As gravações, que exigiram interrupções pontuais no trânsito, ocorreram em locais como a Vila Portes e o lago de Itaipu, bem como no movimentado Mercado de Abasto de Ciudad del Este, mobilizando um grande número de figurantes.
Na tarde do último sábado (14), a esquina entre as ruas Almirante Barroso e Jorge Sanwais, em pleno centro de Foz do Iguaçu, virou cenário para a produção.

Ao andar pelas proximidades, contudo, o fotógrafo Yu Shen Shien reparou em um detalhe curioso, que passou batido para a maioria.
Conforme observou Yu, as placas com os nomes verdadeiros das ruas de Foz do Iguaçu foram trocadas por placas com nomes de ruas do Paraguai.
A sinalização fictícia, no padrão característico adotado no país vizinho (cor preta e letras brancas), indicava endereços como as calles México, Fortín Juan Guazú e San Lázaro de Las Fuentes (igualmente fictícias).

Já a Scappini Câmbio e Turismo, empresa tradicional em Foz do Iguaçu, virou Cambio Guaraní. De acordo com o apurado por Yu, a produção tinha como intenção, especificamente, gravar cenas de casa de câmbio e transporte de valores.
Quer mais detalhes? Aguarde a estreia da terceira temporada de DNA do Crime, prevista para o final de 2026 ou início de 2027.
Foz do Iguaçu na Netflix
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