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Bobato mostra preconceitos ao Parkison

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Colunista - Zé Beto Maciel

Publicado em 15/04/2026

Atualizado em 15/04/2026

O professor Nilton Bobato mostrou no sábado (11), dia mundial de conscientização para a doença de Parkinson, os preconceitos para quem como ele convive com a doença neurodegenerativa há pelo menos dez anos. “Doença que começa sem mandar aviso prévio, que não tem cura, que toda solução medicamentosa e cirúrgica tem efeitos colaterais pesados, que não há solução mágica por perto, que além do tremor e da rigidez muscular me trouxe de brinde à constipação, à salivação, à gagueira, com isso o preconceito, os olhares atravessados, julgadores ou de pena”.

“Deveria dizer que precisamos ser fortes, disciplinados, resilientes, sorridentes e enfrentar de cabeça erguida o avanço da doença, que seguirá até o dia da nossa morte. 20, 25, 30 anos, 35, é como uma contagem regressiva que você não sabe quando iniciou, mas a disciplina às vezes lhe escapa. Quero dizer que se você tem Parkinson, ou conhece alguém da sua família ou tem alguém na sua família com Parkinson ou outra doença neurodegenerativa, vai passar por alguns dias ruins, mas vai ter que levantar e recomeçar, porque se você desistir, vai ficar travado numa cama ou em depressão profunda. Resista, lute, não há outra saída”, completou.

Zé Beto Maciel

Zé Beto Maciel é jornalista e colabora para o H2FOZ.

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