Caso confirmado da doença viral Mpox é de um homem residente no Paraguai, que obteve atendimento em Foz do Iguaçu pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A informação foi obtida pelo H2FOZ com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa-PR).
O caso foi notificado há mais de um mês e monitorado pela equipe de Vigilância em Saúde. Os técnicos descartaram a possibilidade de infecção em outros familiares, completa a secretaria.
A Mpox tem transmissão entre humanos principalmente pelo contato com lesões de pele de pessoas infectadas. “A infecção causa erupções que geralmente se desenvolvem pelo rosto e depois se espalham para outras partes do corpo”, informa a Secretaria de Saúde do Paraná.
Assim, tem-se o caso registrado da doença em 2026, a partir da fronteira. Entre 2024 e 2025, o estado confirmou 93 ocorrências, em que a grande maioria (89 casos) se deu em homens, enquanto quatro foram em mulheres.
Mpox
A transmissão acontece por gotículas de orofaringe, toque e partilha de roupas de cama e banho, por exemplo. “Os quadros iniciais de dor e febre são inespecíficos, porém, quando começam a aparecer as lesões cutâneas, as erupções cutâneas, é necessário rapidamente que o paciente possa procurar um serviço de saúde para ser orientado”, indica o secretário de Saúde do Paraná, Beto Preto.
O gestor reforça que pacientes detectados e confirmados com o diagnóstico de Mpox devem permanecer em quarentena, mantendo isolamento por cerca de 15 dias.
Os principais sintomas são:
- febre;
- dores de cabeça, musculares e nas costas;
- linfadenopatia (“íngua”);
- calafrios; e
- fadiga.


