Instituições de Foz do Iguaçu dão mais um passo no sentido da rota turística na fronteira. A cidade aderiu ao Programa Rota Turística Caminhos do Peabiru, do Governo do Paraná.
O objetivo é ampliar e fortalecer corredores ecológicos, conectar municípios e fomentar a economia por meio do turismo regional.
Peabiru em Foz do Iguaçu
Em Foz do Iguaçu, a prefeitura promoveu a primeira reunião do Grupo de Trabalho responsável pela implementação da rota no município. Uma das pautas foi a análise do mapeamento e desenvolvimento da Trilha do Peabiru já realizados em Foz.
“Por ser uma trilha de longo curso, o projeto proporciona a integração direta de Foz com os demais municípios da Região Turística Cataratas do Iguaçu e do Caminhos ao Lago de Itaipu”, avalia o secretário de Turismo, Jin Petrycoski.
A adesão de Foz do Iguaçu à rota Caminhos do Peabiru é uma oportunidade para fomentar o turismo sustentável, defende o município. E de valorizar a herança cultural da região, assim como fazer o resgate histórico.
Entre os próximos passos, de acordo com a prefeitura, está no radar iniciar o levantamento de documentos, mapas, dados e outras informações que contribuam, no futuro, para o desenho do traçado da rota.
Caminhos do Peabiru
Peabiru vem de Peabeyú, “caminho antigo de ida e volta” ou “caminho gramado amassado”, no idioma guarani, conforme a Agência Município de Notícias. Foi uma rota ancestral de 3 mil quilômetros de extensão, ligando os oceanos Atlântico e Pacífico.
O Peabiru ancestral passava por países como Peru, Bolívia, Paraguai e Brasil. Segundo dados do Estado do Paraná e com base em pesquisas da temática, figuras históricas como São Tomé, Aleixo Garcia e Cabeza de Vaca teriam usado a rota transnacional.
(Com informações da prefeitura)



Marco Samaniego no hubo contactos entre los Guaraníes del Atlántico y los Indígenas del Pacifico: 1.- La alimentación, los del Pacifico consumían ostras, mariscos, caracoles, lo consumían CRUDOS, mientras los del Atlántico consumían carne roja y bien cocida, 2.- Las Casas, mientras los del Atlántico vivían en chozas de mampostería de tacuaras y Barro, los del Pacifico con grandes construcciones de piedras y muros bien definidos y tercero los más importante 3.- EL IDIOMA, mientras los del Atlántico tenían una Religión, un IDIOMA fuerte el GUARANI, sin contaminación, ejemplo “Y” (Agua) Kyse (Cuchillo) Cabaju (Caballo), los del Pacifico desapareció su IDIOMA, se intenta recuperar pero no es la misma FONÉTICA.