Turistas do Paraguai estão enfrentando, neste início de ano, filas migratórias na passagem pela Ponte da Amizade, entre Ciudad del Este e Foz do Iguaçu.
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Para quem vai a outros destinos em território brasileiro, como as praias do Paraná e Santa Catarina, a legislação determina o registro migratório.
Primeiramente, os viajantes devem parar na aduana de Ciudad del Este para informar a saída do Paraguai. Em seguida, os turistas precisam apresentar documentos pessoais no guichê da Polícia Federal na aduana de Foz do Iguaçu, para registrar a entrada no Brasil.
Historicamente, nos meses de dezembro e janeiro, o movimento de turistas paraguaios aumenta na fronteira com o Brasil. Nos momentos de maior circulação de viajantes, ocorre a formação de longas filas na Ponte da Amizade.
De acordo com o jornal ABC Color, do Paraguai, o problema se agrava quando vários ônibus de excursão passam simultaneamente pela fronteira.
“Embora o registro dos dados possa ser realizado on-line e o trâmite, em si, seja ágil, o tempo de espera é excessivo quando coincidem ônibus de turismo e veículos particulares”, informa.
O principal jornal do Paraguai cita problemas como a falta de pessoal para verificação dos documentos, o que prolonga a espera, mesmo quando o viajante já preencheu o Pré-Cadastro Migratório na internet.
O movimento acima da média deverá continuar até meados do carnaval, com fluxos de partida e retorno. Para a temporada de verão 2026/2027, existe a expectativa de que pelo menos parte do fluxo de ônibus de turismo passe pela Ponte da Integração.

