Ato 1: o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) visualizou fraude à cota de gênero nas eleições de 2024 em Foz do Iguaçu e determinou a cassação das chapas do Partido da Mulher Brasileira (PMB) e do Agir. Com efeito, ordenou recontagem dos votos válidos, ao que levará a uma nova composição da Câmara Municipal.
Ato 2: o vereador Soldado Fruet (PL) nada tem a ver com as irregularidades, nem seu partido. Porém, o edil poderá perder o mandato que exerce desde 1.º de janeiro de 2025, conforme todos os cálculos preliminares e extraoficiais. A Justiça Eleitoral ainda não definiu a data da recontagem da votação iguaçuense.
Confiança na Justiça
Em meio a esse quadro, Fruet divulgou um vídeo, acompanhado de nota de esclarecimento, em que se pronuncia sobre o imbróglio político e jurídico. Ele agradeceu as manifestações de seus apoiadores e afirmou confiar na condução do processo judicial.
Vereador de primeiro mandato, o ex-deputado estadual não entrou no mérito do processo, apenas disse que acompanha o caso com tranquilidade. Na manifestação, Fruet declarou ter “total confiança” de que o assunto será conduzido com responsabilidade e dentro da legalidade, ressaltando que a definição cabe exclusivamente ao Judiciário.
Foco no mandato
Soldado Fruet disse que, enquanto o caso segue em análise, manterá o foco na atividade parlamentar. Segundo ele, a prioridade continua sendo o atendimento às demandas da população e a busca por melhorias para o município.

