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Copel e os sucessivos desligamentos de energia

Até a tarde desta sexta, 20, cerca de 271 unidades consumidoras ainda estavam sem luz em Foz. Instituição de ensino precisou cancelar aulas.

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Copel e os sucessivos desligamentos de energia
"Apagões" em Foz do Iguaçu: quando a luz volta, a preocupação é com os equipamentos eletrônicos, suscetíveis a danos por descargas elétricas. Foto: Marcos Labanca

Mais uma vez nesta temporada de verão, moradores de Foz do Iguaçu ficam sem energia elétrica. Na noite dessa quinta-feira, 10, os bairros Panorama, Campos do Iguaçu, Morumbi e Vila Yolanda tiveram falta de luz.

Segundo a Companhia Paranaense de Energia (Copel), a interrupção foi causada por tempestades que atingiram a Região Oeste do Paraná na noite de ontem.

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Até as 15h25 desta sexta-feira, 20, um total de 271 unidades consumidoras ainda estavam sem energia, de acordo com a empresa. Pela manhã, o número chegava a 600.

No Panorama, a luz caiu por volta das 19h30 e foi religada pouco depois das 22h. No centro da cidade, moradores relataram que houve oscilação, sem interrupção no fornecimento. Sem energia desde ontem, uma instituição de ensino privada situada na Vila Yolanda foi obrigada a suspender as aulas nesta sexta, 20.

Somente neste ano, pesam contra a companhia elétrica, que foi privatizada em 2023, um total de 779 reclamações feitas pelos usuários paranaenses, das quais 410 nos últimos 30 dias, conforme a plataforma consumidor.gov.br.

A Copel informa que os religamentos de energia são dinâmicos, e os números refletem os trabalhos no momento. As equipes, segundo a empresa, seguem de prontidão e em atendimento a todas as ocorrências até o restabelecimento completo da eletricidade a todos os clientes. 

No entanto, para o consumidor, os sucessivos eventos que ocorrem com frequência pesam, não apenas pelo incômodo, mas pelo risco de queimar equipamentos elétricos, perder alimentos congelados e não poder contar com o ar-condicionado em épocas de temperaturas que beiram os 40 graus. Para comerciantes que pagam impostos em dia e dependem do serviço, o prejuízo pode ser ainda maior.

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    Denise Paro

    Denise Paro é jornalista pela UEL e doutoranda em Integração Contemporânea na América Latina. Atua há mais de duas décadas nas Três Fronteiras e tem experiência em reportagens especias. E-mail: deniseparo@h2foz.com.br

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