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Prefeitura prepara outro edital para construir Escola Lúcia Marlene

Município rescindiu contrato com empresa, e obra está parada.

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Prefeitura prepara outro edital para construir Escola Lúcia Marlene
Praça teve árvores cortadas para construir escola, cujas obras deveriam ter iniciado em dezembro de 2023. Foto: Marcos Labanca/H2Foz

A Prefeitura de Foz do Iguaçu vai contratar outra empresa para fazer a obra da Escola Lúcia Marlene Pena Nieradka, no Jardim Social. O documento está em fase de elaboração e deve ser lançado em breve.

As obras da instituição de ensino começariam no final do ano passado, mas o município rescindiu o contrato com a construtora contratada. Em dezembro de 2023, servidores da prefeitura derrubaram 35 árvores da Praça da Aroeira para dar lugar à escola, que não saiu do papel.

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Conforme a gestão municipal, a rescisão ocorreu em razão do não cumprimento das obrigações contratuais pela empresa. A prefeitura ainda alega que buscou diversas alternativas para solucionar o impasse, o que não surtiu efeito.

O município diz ter feito notificações orientativas solicitando explicações e um planejamento detalhado para a continuidade da obra, porém a empresa não respondeu.

A construtora foi multada em mais de R$ 500 mil e procurou a prefeitura para apresentar uma proposta para retomar a obra, contudo não levou a iniciativa adiante. O contrato foi rescindido no dia 28 de maio, e o município tem um prazo de 40 dias para lançar outro edital.

Praça e escola

A escolha do local para construir a escola causou controvérsia que se arrasta há anos. Moradores do entorno do Jardim Social se posicionam a favor da construção, mas em outro local que não seja a praça, que era arborizada e usada para lazer.

Eles ingressaram na Justiça para impedir a obra, e o processo segue tramitando. O entorno da praça está protegido por um tapume, e os moradores não têm mais acesso a ela.

Por outro lado, as crianças da Escola Lúcia Marlene assistem às aulas em local improvisado, sob arquibancadas do Estádio Pedro Basso, o Flamenguinho, há mais de duas décadas, sem providências da administração pública.

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    Denise Paro

    Denise Paro é jornalista pela UEL e doutoranda em Integração Contemporânea na América Latina. Atua há mais de duas décadas nas Três Fronteiras e tem experiência em reportagens especias. E-mail: deniseparo@h2foz.com.br