Prefeitura propõe R$ 1,6 bilhão de orçamento para 2023, 17% a mais

Maior valor é para a Secretaria de Saúde: R$ 411 milhões; caberá aos vereadores analisarem, discutirem e aprovarem os valores apresentados pela gestão de Chico Brasileiro.

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Maior valor é para a Secretaria de Saúde: R$ 411 milhões; caberá aos vereadores analisarem, discutirem e aprovarem os valores apresentados pela gestão de Chico Brasileiro.

A gestão municipal apresentou, nesta quinta-feira, 13, a proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) prevendo R$ 1,6 bilhão para 2023. Nos próximos dias, o documento deverá ser encaminhado para a Câmara de Vereadores, que terá de analisar, discutir e deliberar sobre a proposição.

O orçamento previsto é quase 17% maior do que o empregado neste ano, que foi de R$ 1,4 bilhão. A exposição sobre os valores e a distribuição por pastas e áreas foram feitas por técnicos da Secretaria da Fazenda de Foz do Iguaçu, tendo sido a proposta submetida agora ao prefeito Chico Brasileiro (PSD).

Do total previsto, R$ 1,5 bilhão será para “despesas correntes, como gastos com pessoal e encargos administrativos”, informou a Agência Municipal de Notícias (AMN). Para investimentos e amortização de dívidas, serão R$ 70 milhões.

A Secretaria de Saúde seguirá recebendo a maior parte dos recursos, com previsão de R$ 411 milhões, o que representa cerca de R$ 56 milhões a mais do que em 2022. A segunda secretaria com maior volume de dinheiro público será a Educação, com R$ 311 milhões, ante R$ 249 milhões obtidos neste ano.

A Secretaria de Administração ficará com R$ 120 milhões, conforme divulgado pela prefeitura, e a Fazenda, com R$ 75 milhões. O orçamento do ano que vem deverá ser de R$ 56 milhões para a Segurança Pública, R$ 53 milhões ao Meio Ambiente e R$ 47 milhões destinados à pasta responsável por obras.

Diretor de Gestão Orçamentária do município, Darlei Finkler disse que foi necessário reorganizar os valores para 2023. “Tivemos uma redução de quase R$ 60 milhões no ICMS. Porém, a gestão está integrada e conseguiu reorganizar as demandas”, enfatizou o agente público.

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