Rodoviários mantêm greve do transporte coletivo em Foz nesta sexta

Consórcio Sorriso complementou o pagamento dos salários, e categoria cobra a renovação de acordo coletivo; Justiça promove audiência de conciliação. Veja como rodam os ônibus.

Apoie! Siga-nos no Google News

Consórcio Sorriso complementou o pagamento dos salários, e categoria cobra a renovação de acordo coletivo; Justiça promove audiência de conciliação. Veja como rodam os ônibus.

A greve do transporte coletivo está mantida nesta sexta-feira, 12, segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Foz do Iguaçu (Sitro-FI). O Consórcio Sorriso complementou o pagamento dos salários de outubro, na noite dessa quinta-feira, 11, o que era uma das reivindicações da categoria.

Motoristas e cobradores prosseguem com a paralisação, conforme a direção do sindicato, pela renovação do Acordo Coletivo de Trabalho, o qual prevê a reposição salarial decorrente das perdas salariais provocadas pela inflação, que não vem sendo efetivada nos últimos 18 meses. Os rodoviários também cobram a volta do auxílio-alimentação.

O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) marcou uma audiência de conciliação, que será realizada nesta sexta-feira, às 14h. A sessão deverá reunir na mesa representantes dos rodoviários, das empresas de ônibus e da prefeitura. “A realização da audiência não significa o fim da greve, vamos ver o que será apresentado”, disse ao H2FOZ o diretor do Sitro-FI, Rodrigo Andrade de Souza.

Segundo o dirigente sindical, os ônibus estão circulando conforme a última determinação do TRT, que abrange o dissídio em tramitação, sendo:

  • 60% da frota nos horários de maior movimento (período de pico): até as 9h e depois das 17h; e
  • 40% dos veículos nos demais horários.

Até a paralisação, o sistema de transporte público estava operando com menos de 80 veículos da frota integral, contabilizou o representante do Sitro-FI.

O porta-voz do Consórcio Sorriso afirmou que foi possível pagar os salários em atraso porque entraram receitas, e as empresas recorreram aos bancos para complmentar o o recurso necessário.

LEIA TAMBÉM

Comentários estão fechados.