Argentina ou França: qual é a sua torcida? Leitores opinam

Hermanos podem quebrar jejum de duas décadas sem Copa vencida por sul-americanos, em jogo que deverá ser o último bailado de Messi em mundiais.

Apoie! Siga-nos no Google News

Em partida que promete fazer história, Argentina e França decidem a Copa do Mundo 2022 neste domingo, 18, às 12h, no Lusail Stadium, no Catar. Em campo, duas seleções de alto nível em busca do tricampeonato e craques desconcertantes.

As estrelas do espetáculo são Lionel Messi e Kylian Mbappé. A final será o último bailado do craque argentino em mundiais. O jovem atacante é um dos trunfos dos franceses. Há quem diga que coração e razão estão em disputa pelas características e preparação das duas seleções.

Se os conceitos são díspares, a torcida dos times que ficaram pelo meio caminho também se divide. Os dois elencos acumulam rivalidade com a seleção brasileira, eliminada da Copa do Catar pela Croácia, nos pênaltis, nas quartas de final.

Vizinhos de fronteira, latino-americanos, brasileiros e argentinos registram disputas memoráveis na bola, o que faz muito torcedor preferir a França campeã. Por outro lado, o senso de proximidade convoca o grito pró-Argentina. E Messi desequilibra a disputa em nome do futebol mágico.

Leitores e ouvintes do H2FOZ e da Rádio Clube FM 100.9 responderam à enquete do Marco Zero, produção conjunta dos dois veículos. “Qual é o seu palpite para a final da Copa do Mundo? Vai dar Argentina ou França?”, perguntou-se.

Na enquete para respondida no portal, foi perguntado se, com o Brasil eliminado, você vai torcer para Argentina na Copa do Mundo? Dos participantes, 60% responderam que sim, e os demais 40% disseram que não irão torcer para os portenhos.

Entre os participantes da interação, Gilmara dos Santos, do Portal da Foz, aposta nos vizinhos. “Quem vai ganhar a Copa vai ser a Argentina. Vou torcer para los hermanos”, disse. Já Ezequias Dutra, do Jardim Novo Horizonte, foi taxativo: “Vai dar 1 a 0 para a França”, tascou.

Além do caneco e do protagonismo de Messi e Mbappé, a final da Copa do Mundo guarda outras disputas. Se vencer, a Argentina poderá quebrar o jejum de 20 anos sem que seleções sul-americanas vençam o principal campeonato de futebol da Terra.

O Brasil venceu em 2002. Depois disso, só europeus. A Itália ficou com o caneco em 2006, a Espanha levou a Copa do Mundo em 2010, a Alemanha se sagrou vencedora em terreno brazuca no ano de 2014, e a França, atual campeã, conquistou o título em 2018, no Mundial da Rússia.

Já os franceses, caso vençam, irão igualar-se aos selecionados brasileiro e italiano como únicos países a vencer a Copa do Mundo por duas vezes seguidas. A “Canarinho” de Pelé e Garrincha ficou com a taça em 1958 e 1962; a Itália, nos tempos conturbados de pré-guerra mundial, em 1934 e 1938.

Na circunferência do “planeta bola”, em uma final, recomenda-se que coração e razão mantenham equilíbrio. Em tempos de futebol robotizado pelo VAR e outras tecnologias, a razão tende a ser o caminho mais efetivo à vitória. Mas é o coração que faz pulsar uma dança que só gênios podem saber qual será o próximo passo.

LEIA TAMBÉM

Comentários estão fechados.