Já estão à venda, em bancas, mercados e quiosques do Brasil, do Paraguai e da Argentina, as figurinhas da Copa do Mundo de 2026. Publicado uma vez a cada quatro anos, o álbum gera grande expectativa entre os colecionadores e o público infantojuvenil.
No Brasil, o álbum com capa comum custa R$ 24,90, com versões de capa dura vendidas a até R$ 79,90. Já o envelope com sete cromos sai por R$ 7. Em alguns locais de venda, há pacotes com vários envelopes, o que pode, a depender do preço, gerar economia.
Neste ano, devido à participação de 48 seleções, o álbum tem 980 figurinhas, maior número da história. Consequentemente, o colecionador precisará gastar, sem nenhuma repetida (algo impossível), R$ 1.004,90 para completar a coleção.
Em Foz do Iguaçu, álbum e figurinhas já estão disponíveis em locais como supermercados, livrarias e papelarias. Na rede Max Atacadista, ao longo do mês de maio, haverá eventos semanais para a troca de repetidas.
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E no Paraguai e na Argentina? Quanto custam os cromos do Mundial 2026? Mais baratos que no Brasil? O H2FOZ pesquisou e traz a informação para você.
No Paraguai, o álbum com capa comum custa G$ 25 mil (cerca de R$ 20), enquanto o envelope com sete figurinhas sai por G$ 8 mil (aproximadamente R$ 6,50). Tal como no Brasil, a coleção está à venda em bancas, papelarias e livrarias, bem como nas redes de supermercados.
Por outro lado, na Argentina, o álbum está à venda por um preço salgado: P$ 15 mil (cerca de R$ 60). Já o pacote com sete figurinhas custa P$ 2 mil (aproximadamente R$ 8). Para os colecionadores de Puerto Iguazú, portanto, compensa mais comprar nos países vizinhos.


Vão procurar diárias para trabalhar em vez de ficar trocando figurinhas por aí. Deixa isso pras crianças.
Ótimo recorte. Muita gente compara o preço unitário, mas também vale olhar quando já faz mais sentido trocar repetidas antes de continuar comprando, porque a conta muda bastante no fim da coleção.