Distribuidoras de combustíveis que atuam no Paraguai aplicaram, na quinta-feira (19), o segundo reajuste nos preços da gasolina e do diesel no mês de março.
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Os valores variam conforme o emblema e o tipo de combustível, mas a média do acréscimo gira em torno de G$ 550 (R$ 0,45) a G$ 950 (R$ 0,77) por litro.
Por outro lado, a estatal Petropar decidiu segurar os preços nos seus postos espalhados por todo o Paraguai. Segundo a empresa, porém, caso a instabilidade trazida pela guerra no Oriente Médio continue, os reajustes serão inevitáveis.
Atualmente, a companhia trabalha com o seguinte tarifário (postagem do dia 28 de janeiro):
A nafta (gasolina) de maior octanagem está à venda a G$ 7.040 (R$ 5,75) o litro nos postos da região da capital paraguaia, Assunção. Em Ciudad del Este e áreas fronteiriças, o preço de tabela é até 5% mais alto, por fatores como os custos de frete.
Combustíveis na Argentina
Tal como no Paraguai, o preço dos combustíveis subiu na Argentina desde o início do conflito no Irã. Nos postos de Puerto Iguazú, de acordo com o portal La Voz de Cataratas, a companhia Shell já aplicou seis reajustes ao longo do mês de março.
Nessa sexta (20), a Nafta Súper (gasolina comum) custava P$ 2.059, enquanto a Nafta V-Power (gasolina aditivada) estava a P$ 2.288 o litro. Tomando como base a cotação de R$ 1 por P$ 280, tais preços equivalem, respectivamente, a R$ 7,35 e R$ 8,17.
Nos postos YPF, o valor é um pouco menor, entretanto, ainda assim, mais caro que o padrão de preços praticados no Brasil e no Paraguai.
Gasolina em Foz do Iguaçu
Para pesquisar os preços dos combustíveis nos postos de Foz do Iguaçu, o H2FOZ recomenda o aplicativo Menor Preço, do programa Nota Paraná.
Na manhã deste sábado (21), por exemplo, a gasolina aditivada custava entre R$ 5,75 (Idaza — Posto Tupy) e R$ 7,23 (Ipiranga — Oklahoma JK). O aplicativo coleta os preços com base nas vendas feitas aos consumidores que pedem CPF na nota.

