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Paraguai confirma casos de raiva no rebanho bovino

De acordo com o Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa) do Paraguai, situação ocorreu na Região Sul do país.

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Paraguai confirma casos de raiva no rebanho bovino
Vigilância Sanitária do Paraguai isolou os locais dos focos. Foto: Gentileza/Senacsa

O Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa) do Paraguai confirmou, nesse fim de semana, o registro de casos de raiva bovina no país.

De acordo com o Senacsa, a detecção ocorreu no município de Cerrito, departamento (estado) de Ñeembucú, na Região Sul do Paraguai.

Logo após os relatos de casos suspeitos, ainda antes da confirmação, o órgão reforçou a vacinação e o trabalho de monitoramento dos rebanhos.

“Atendemos notificações correspondentes a nove proprietários, registrando um total de 25 mortes de bovinos. Nestes casos, procedemos à coleta de amostras para diagnóstico de raiva e outras doenças, principalmente de causas bacterianas”, comunicou o Senacsa.

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A Região Sul do Paraguai concentra alguns dos principais contingentes de bovinos e ovinos do país, juntamente com o Chaco, no Norte. A pecuária tem grande peso econômico para parte das comunidades locais.

“O Senacsa reafirma seu compromisso com a sanidade animal e a saúde pública, dando continuidade às ações de capacitação, assistência técnica, vacinação e monitoramento sanitário na região”, informou o órgão.

Ademais de Cerrito, há casos em investigação na localidade de Laureles, localizada na mesma região do Paraguai. A raiva bovina tem como agentes transmissores, na maioria das situações detectadas, animais como morcegos contaminados.

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    Guilherme Wojciechowski

    Guilherme Wojciechowski

    Guilherme Wojciechowski é colaborador do H2FOZ desde 2021. Acompanha o noticiário da fronteira há duas décadas e cobre editorias como Paraguai, Argentina, Turismo, Esporte, Cultura e Segurança Pública.

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