Onipresentes nas cidades brasileiras durante décadas, os telefones públicos, carinhosamente apelidados de orelhões, estão prestes a virar peças de museu.
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Desde que os celulares tomaram conta das telecomunicações no Brasil, é fato que pouquíssima gente ainda usa os telefones instalados nas calçadas. Em razão disso, muitos dos iguaçuenses já nem sabem em quais locais da cidade eles ainda resistem.
Circulando aleatoriamente pelas ruas de Foz do Iguaçu, a reportagem do H2FOZ encontrou alguns dos últimos orelhões no município.

Já há algum tempo, os equipamentos estão fazendo chamadas gratuitas, até pela impossibilidade de aquisição dos também quase extintos cartões telefônicos.
Na área central da cidade, por exemplo, há um orelhão sobrevivente na esquina da Rua Almirante Barroso com a Rua Rui Barbosa. Já o outrora disputado posto telefônico da Telepar, na Rua Edmundo de Barros, está em ruínas.
A reportagem também localizou orelhões em pontos como a calçada de entrada do Colégio Estadual Ayrton Senna, no bairro Lancaster.

Perto dali, na Vila A, há um telefone público em frente ao Hospital Itamed (antigo Hospital Ministro Costa Cavalcanti) e outro na Avenida Araucária, praticamente escondido em meio às árvores.



Do telefone que havia atrás do Hemonúcleo, contudo, restou apenas o pedestal, dando um indicativo de como ficará a paisagem após a remoção de todos os orelhões. Logo

Orelhões em Foz do Iguaçu
Longe de querer mapear todos os orelhões da cidade, as fotos que ilustram esta matéria retratam encontros casuais durante caminhadas por partes de Foz do Iguaçu (nota da redação: de acordo com a Anatel, ainda há 106 telefones públicos na cidade). Logo

E perto de onde você mora ou trabalha, ainda existem orelhões? Mande sua foto para o WhatsApp do H2FOZ: (45)98821-0460.

